1938: Noite Dos Cristais

1938: Noite Dos Cristais

No dia 9 de novembro de 1938, agentes nazistas à paisana assassinaram 91 judeus, incendiaram 267 sinagogas, saquearam e destruíram lojas e empresas da comunidade e iniciaram o confinamento de 25 mil judeus em campos de concentração.

A noite dos cristais quebrados marcou o início do Holocausto, que causou a morte de seis milhões de judeus na Europa até o final da II Guerra Mundial.

A Noite dos Cristais (Kristallnacht ou Reichspogromnacht), de 9 para 10 de novembro de 1938, em toda a Alemanha e Áustria, foi marcada pela destruição de símbolos judaicos. Sinagogas, casas comerciais, casas de judeus foram invadidas e seus pertences destruídos.

Série de proibições aos judeus.

Milhares foram torturados, mortos ou deportados para campos de concentração. A razão apresentada pelos nazistas para esta perseguição foi o assassinato do diplomata alemão Ernst von Rath, em Paris, pelo jovem Herschel Grynszpan, de 17 anos, dois dias antes.

A perseguição nazista à comunidade judaica alemã já havia começado em abril de 1933, com a convocação aos cidadãos de boicotarem estabelecimentos judeus. Mais tarde, foram proibidos de freqüentar estabelecimentos públicos, inclusive hospitais.

No outono europeu de 1935, a perseguição aos judeus, considerados “inimigos” dos alemães, atingiu outro ponto alto com a chamada “Legislação Racista de Nurembergue”. Como o resto do mundo parecesse não levar o genocídio a sério, Hitler via confirmada sua política de limpeza étnica. Trajetória para o holocausto já havia sido aberta.

O anti-semitismo lentamente avançava sobre a sociedade. Uma lei de 15 de novembro de 1935 havia proibido os casamentos de judeus com alemães, as relações extraconjugais entre alemães e judeus, que alemães fizessem serviços domésticos para famílias judaicas e que um judeu hasteasse a bandeira nazista.

Ainda em 1938, as crianças judaicas foram expulsas das escolas e foi decretada a expropriação compulsória de todas as lojas, indústrias e estabelecimentos comerciais dos judeus. Em 1º de janeiro de 1939, foi adicionado obrigatoriamente aos documentos de judeus o nome Israel para homens e Sarah para mulheres.

A proporção da brutalidade da Noite dos Cristais havia superado as expectativas. O próprio Hermann Göring, chefe da SA (Tropa de Assalto), lamentou as grandes perdas materiais daquele 9 de novembro de 1938, para acrescentar: “Preferia que tivessem assassinado 200 judeus, em vez de destruir tantos objetos de valor!”

Doris Bulau

 

DADOS POPULACIONAIS DE ISRAEL

A densidade populacional de Israel, 288 almas por quilômetro quadrado, é uma das mais altas do mundo.Quanto ao país de origem: 61,9% dos cidadãos judeus do país nasceram aqui. Como se esperava, a próxima nova geração de judeus nascidos em Israel serão os filhos dos novos imigrantes da antiga União Soviética, que perfazem 1.120.000 almas. Deste total, cerca de 850 mil vieram desde 1990. Os judeus da Etiópia se constituem no segundo maior grupo de imigrantes desde 1990, com mais de 80 mil chegados aqui desde o fim do ano de 2000. Cerca de 40% deles têm menos de 15 anos de idade, comparado com 5% com mais de 65. Durante o ano passado, a população do país cresceu em 2,3%, comparado com 2,6% em 2000.Apesar da taxa menor de crescimento, o aumento de população em Israel foi ainda maior do que em outros países ocidentais. O CBE atribuiu a taxa menor de crescimento a uma queda de 21% na chegada de novos imigrantes.

A população global islâmica é de 1, 200, 000, 000, ou seja, 20% da população mundial.
Eles já receberam os seguintes prêmios:

Literatura: (1988 – Najib Mahfooz). Paz: (1978 – Mohamed Anwar El-Sadat. 1994 – Yaser Arafat). Física: (1990 – Elias James Corey. 1999 – Ahmed Zewail). Medicina: (1960 – Peter Brian Medawar. 1998 – Ferid Mourad).

A população global  Judaica é de 14.000.000 ou 00,02% da população mundial.
Eles já receberam os seguintes prêmios:

Literatura: (1910 – Paul Heyse. 1927 – Henri Bérgson. 1958 – Boris Pasternak. 1966 – Shmuel Yosef Agnon. 1966 – Nelly Sachs. 1976 – Saul Bellow. 1978 – Isaac Bashevis Singer. 1981 – Elias Canetti. 1987 – Joseph Brodsky. 1991 – Nadine Gordimer World.  Paz: (1911 – Alfred Fried. 1911 – Tobias Michael Carel Asser. 1968 – Rene Cassin. 1973 – Henry Kissinger. 1978 – Menachem Begin. 1986 – Elie Wiesel. 1994 – Shimon Peres. 1994 – Yitzhak Rabin). Física: (1905 – Adolph Von Baeyer. 1906 – Henri Moissan. 1907 – Albert Abraham Michelson. 1908 – Gabriel Lippmann. 1910 – Otto Wallach. 1915 – Richard Willstaetter. 1918 – Fritz Haber. 1921 – Albert Einstein. 1922 – Niels Bohr. 1925 – James Franck. 1925 – Gustav Hertz. 1943 – Gustav Stern. 1943 – George Charl es de Hevesy. 1944 – Isidor Issac Rabi. 1952 – Felix Bloch. 1954 – Max Born. 1958 – Igor Tamm. 1959 – Emilio Segre. 1960 – Donald A. Glaser. 1961 – Robert Hofstadter. 1961 – Melvin Calvin. 1962 – Lev Davidovich Landau. 1962 – Max Ferdinand Perutz. 1965 – Richard Phillips Feynman. 1965 – Julian Schwinger. 1969 – Murray Gell-Mann. 1971 – Dennis Gabor. 1972 – William Howard Stein. 1973 – Brian David Josephson. 1975 – Benjamin Mottleson. 1976 – Burton Richter. 1977 – Ilya Prigogine. 1978 – Arno Allan Penzias. 1978 – Peter L Kapitza. 1979 – Stephen Weinberg. 1979 – Sheldon Glashow. 1979 – Herbert Charle s Brown. 1980 – Paul Berg. 1980 – Walter Gilbert. 1981 – Roald Hoffmann. 1982 – Aaron Klug. 1985 – Albert A. Hauptman. 1985 – Jerome Karle. 1986 – Dudley R. Herschbach. 1988 – Robert Huber. 1988 – Leon Lederman. 1988 – Melvin Schwartz. 1988 – Jack Steinberger. 1989 – Sidney Altman

1990 – Jerome Friedman. 1992 – Rudolph Marcus. 1995 – Martin Perl. 2000 – Alan J. Heeger. Economía: (1970 – Paul Anthony Samuelson. 1971 – Simon Kuznets. 1972 – Kenneth Joseph Arrow. 1975 – Leonid Kant orovich. 1976 – Milton Friedman. 1978 – Herbert A. Simon. 1980 – Lawrence Robert Klein. 1985 – Franco Modigliani. 1987 – Robert M. Solow. 1990 – Harry Markowitz. 1990 – Merton Miller. 1992 – Gary Becker. 1993 – Robert Fogel. Medicina: (1908 – Elie Metchnikoff. 1908 – Paul Erlich. 1914 – Robert Barany. 1922 – Otto Meyerhof. 1930 – Karl Landsteiner. 1931 – Otto Warburg. 1936 – Otto Loewi. 1944 – Joseph Erlanger. 1944 – Herbert Spencer Gasser. 1945 – Ernst Boris Chain. 1946 – Hermann Joseph Muller. 1950 – Tadeus Reichstein. 1952 – Selman Abra ham Waksman. 1953 – Hans Krebs. 1953 – Fritz Albert Lipmann. 1958 – Joshua Lederberg. 1959 – Art hur Ko rnberg. 1964 – Konrad Bloch. 1965 – Francois Jacob. 1965 – Andre Lwoff. 1967 – George Wald. 1968 – Marshall W. Nirenberg. 1969 – Salvador Luria. 1970 – Julius Axelrod. 1970 – Sir Bernard Katz. 1972 – Gerald Maurice Edelman.

1975 – Howard Martin Temin. 1976 – Baruch S. Blumberg. 1977 – Roselyn Sussman Yalow. 1978 – Daniel Nathans. 1980 – Baruj Benacerraf. 1984 – Cesar Milstein. 1985 – Michael Stuart Brown. 1985 – Joseph L. Goldstein. 1986 – Stanley Cohen (& Rita Levi-Montalcini). 1988 – Gertrude Elion. 1989 – Harold Varmus. 1991 – Erwin Neher. 1991 – Bert Sakmann. 1993 – Richard J. Roberts. 1993 – Phillip Sharp. 1994 – Alfred Gilman. 1995 – Edward B. Lewis.

Diante do quadro acima exposto podemos concluir o seguinte:

1- Os  judeus  não estão nas ruas com seus mortos, fazendo demonstrações e gritando que querem vingança;

2- Os judeus não promovem lavagem cerebral em seus filhos nos campos militares de treinamento;

3- Os judeus não ensinam a seus filhos como voar em pedaços e causar a maior quantidade de  mortes entre a população muçulmana;

4- Os judeus não seqüestram aviões nem assassinam atletas olímpicos;

5- Os judeus não traficam com escravos nem vivem clamando uma guerra santa e a morte de todos os infiéis;

6- Os judeus não têm a fortaleza econômica do petróleo, nem as possibilidades de forçar a imprensa mundial que “veja o seu lado” do problema.

Eu, pastora Jane Silva, oro: ”Tomara que a população muçulmana do mundo inteiro considere prioridade investir mais tempo em uma boa educação para seus filhos e culpar menos os judeus por todos  os seus problemas.  Faço uso das palavras da estadista Golda Meir: ‘Somente haverá paz quando o amor por suas crianças for maior que o ódio que sentem por Israel’”.

 

Na linha de frente da guerra contra o terrorismo

É tempo de apoiar o Estado de Israel, que está na linha de frente da guerra contra o terrorismo.

A situação não está fácil. Informem-se….

Tradução do discurso pronunciado pela Libanesa Brigitte Gabriel na Duke University.

O DISCURSO DA LIBANESA BRIGITTE GABRIEL.

Cresci no Líbano, onde aprendi que os judeus são a maldade, Israel o demônio, e o único momento em que teremos paz no Oriente Médio será quando matarmos a todos os judeus, e os jogarmos ao mar. Quando os muçulmanos e palestinos declararam a Jihad sobre os cristãos, em 1975, começaram a massacrar cristãos de cidade em cidade, uma atrás da outra. Acabei vivendo em um abrigo subterrâneo antibombas dos 10 aos 17 anos, sem eletricidade, comendo ervas e nos arrastando sob as balas dos tiroteios para conseguir buscar água.
Israel veio em ajuda aos cristãos do Líbano. Minha mãe foi ferida por uma bala muçulmana, e foi levada a um hospital israelense para ser tratada. Quanto entramos na sala de emergência, me chocou o que vi ali: Havia centenas de feridos, muçulmanos, cristãos libaneses e soldados israelenses estendidos no chão. Os médicos atendiam cada um de acordo com a gravidade de seus ferimentos. Eles atenderam minha mãe antes que ao soldado israelense que estava estendido ao seu lado. Não viram religião, nem afiliação política, viram gente em necessidade, e ajudaram. Pela primeira vez na minha vida pude observar a qualidade humana, que sem dúvida alguma, minha cultura não teria mostrado a seu inimigo. Experimentei o valor moral dos israelenses, que eram capazes de demonstrar amor ao inimigo, ainda que em seus momentos mais críticos. Passei 22 dias no hospital, dias que mudaram minha vida e a maneira com que acreditava na informação recebida, a forma que escutava ao rádio e a televisão.
Pude comparar o que ouvia na mídia com o que via com meus próprios olhos. Me dei conta que o governo havia me vendido uma mentira fabricada sobre os judeus e Israel, muito distante da realidade. Sabia por certo que se fosse um judeu em um hospital árabe, teria sido linchado e jogado para fora, enquanto gritos jubilosos de Allahu Akbar, D’us é grande, seriam escutados pelo hospital e nas ruas adjacentes. Fiz amizade com familiares dos soldados israelenses feridos, uma em particular, Rina, cujo único filho, um jovem de 19 anos, havia sido ferido nos olhos. Um dia, estava eu com Rina, quando chegou uma banda do exército, tocando música para levantar o ânimo dos soldados feridos. Enquanto rodeavam a cama do filho de Rina, tocando uma canção sobre Jerusalém, Rina e eu começamos a chorar. Senti-me deslocada, e comecei a me retirar, e então Rina me pegou pela mão e me aproximou novamente, sem se quer me olhar. Me agarrou, chorando, e disse “Não é tua culpa”. E ficamos ali, as duas paradas, de mãos dadas e chorando. Que contraste entre ela, uma mãe cuidando de seu único filho, de 19 anos e deformado, e ainda capaz de amar a mim, seu inimigo, e uma mãe muçulmana, que envia seu filho a se explodir em pedaços com o objetivo de matar a alguns judeus ou cristãos. A diferença entre o mundo árabe e Israel é a diferença de valores e caráter. É barbarie versus civilização. É democracia versus ditadura. É bondade versus maldade.
Houve uma vez em que havia um lugar especial nas profundezas do inferno para aqueles que matavam crianças intencionalmente, seja de que raça ou credo fossem. Agora, o assassinato intencional de crianças israelenses está legitimado sob o rótulo de “conflito armado palestino”, e sentimos que o resto do mundo tem aceitado isso. O que não estão se dando conta é que, uma vez que este comportamento está legitimado contra Israel, automaticamente vai se legitimando também para qualquer parte do mundo, guiado por nada além da crença subjetiva de pessoas que envolvem a si mesmas com dinamites e pregos, com o propósito de matar crianças em nome de D’us. Uma vez que os palestinos foram levados a acreditar que o assassinato de civis israelenses inocentes é uma tática legítima para atingir seus objetivos, e que o mundo ficou passivo diante disto, agora o mundo inteiro sofre a praga do terrorismo, de Naiorobi a Nova Iorque, de Moscou a Madrid, de Bali a Beslan. Justificam aos homens-bomba suicidas com o “desespero pela ocupação”. Permitam-me dizer-lhes a verdade. O maior ato do terrorismo suicida cometido por árabes contra o estado judeu ocorreu dez semanas antes que Israel tivesse declarado sua independência. No domingo, 22 de fevereiro de 1948, adiantando-se à declaração de independência de Israel, um caminhão-bomba foi detonado na rua Ben Yehuda, no que era então a seção judaica de Jerusalém. Cinqüenta e quatro pessoas foram assassinadas, e centenas feridas. Portanto é obvio dizer que o terrorismo árabe não é causado pelo “desespero”, pela “ocupação”, mas sim pela simples IDÉIA de um Estado Judeu.
Tantas vezes na história dos últimos cem anos, os cidadãos foram testemunhas, porém nada fizeram, permitindo a maldade prevalecer. Agora é tempo de enfrentar e lutar contra o terror do fanatismo religioso e a intolerância.

 

ISRAEL CONDENA TESTE NUCLEAR DA CORÉIA DO NORTE

Israel se junta à comunidade internacional para condenar o teste nuclear da Coréia do Norte.  O teste foi um ato irresponsável e de provocação que poderia significar uma séria ameaça à estabilidade regional do nordeste da Ásia, como também à segurança global.

Israel mais uma vez exorta a continuidade da moratória de testes nucleares e espera que a Coréia do Norte pare qualquer ação que piore a situação.

Israel também conclama a comunidade internacional para implementar com firmeza as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, adotadas para lidar com

as armas de destruição em massa e a ameaça de proliferação das mesmas.

O Primeiro-Ministro Ehud Olmert deixou claro que os esforços diplomáticos para deter o programa nuclear do Irã estão sendo conduzidos pela comunidade internacional e que Israel apóia as medidas tomadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, incluindo a imposição de sanções ao Irã e a não aceitação das propostas que permitiriam o prosseguimento de seus planos nucleares.

O Primeiro-Ministro Olmert enfatizou que o recente teste nuclear da Coréia do Norte apenas ressalta a necessidade da comunidade internacional de lidar com a questão, de uma maneira urgente, determinada e firme.

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Um comentário em “1938: Noite Dos Cristais

  1. Realmente e triste ver o que acontece no mundo homens guiados pelo fanatismo religioso e uma manifesta degradacao dos valores morais o perdeu o amor pelo proximo abandonou os mandamentos da biblia ninguem tem direito de tirar a vida de ninguem sejam quais forem as razoes que evocar a vida e uma bencao so o facto de estarmos vivos devemos nos considerar pessoas abencoadas . enquanto a injustica e impunidade imperarem neste mundo aqueles que amam a Paz viverao inseguros neste mundo.

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