Fique Por Dentro Dos Acontecimentos No Oriente Médio.

“Um criminoso como Ahmadinejad não é bem-vindo a Copa do Mundo”

Federação Israelita de Pernambuco.

 

Judeus Alemães e políticos protestaram contra a negação do Holocausto Nazista pelo presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que tem causado uma revolta internacional por tratar o Holocausto como um mito e por questionar o direito de Israel de existir. Mais de mil pessoas, de acordo com a estimativa da polícia, se reuniram numa praça no centro de Nuremberg, muitos balançando bandeiras israelitas. Também protestando estavam dissidentes Iranianos que carregavam bandeiras do país de antes da revolução. “Nós temos de deixar muito claro para Ahmadinejad, que é o Hitler do século 21, que ele cruzou a linha vermelha”, disse Michel Friedman, um ex-deputado, líder do Conselho Central dos Judeus Alemães, à multidão. “É nosso dever, não apenas de nós Judeus, mas de todos Alemães, dizer a Ahmadinejad que ele não é uma pessoa bem-vinda na Alemanha”. O governo Alemão que está envolvido em delicados esforços diplomáticos para acalmar as preocupações sobre as ambições nucleares do Irã tem resistido aos pedidos para proibir Ahmadinejad de visitar o País. ” Parabéns aos líderes da Alemanha por tornar público seu apoio a Israel.

Judeus iranianos escrevem ao presidente Ahmadinejad

Um líder comunitário judeu iraniano criticou o presidente do Irã por negar o Holocausto. A carta escrita por Haroun Yashayaei chegou à mídia internacional nesta semana. “Como é possível ignorar todas as inegáveis evidências da existência do exílio e do massacre de judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial”?  indaga. Yashayaei disse ainda que o povo do Irã ficou assombrado com a atitude do presidente Mahmoud Ahmadinejad, colocando em dúvida o mais óbvio e triste evento do século 20. “Isso trouxe medo e ansiedade para a pequena comunidade judaica do Irã”. Há cerca de 25 mil judeus no país, vigiados de perto pelo Estado, em uma população de 70 milhões de pessoas.

Fonte: JTA.

Esquema que financiava Al-Qaeda tinha ramificação no Brasil

De acordo com o jornal The New York Post, a promotoria de Nova York desarticulou uma operação financeira na qual US$ 3 bilhões procedentes do Brasil e de outros países sul-americanos teriam sido transferidos à Al-Qaeda e a outros grupos terroristas no Oriente Médio. O promotor do distrito de Manhattan, Robert Morgenthau, disse à publicação que pedirá que os dois maiores bancos de Nova York, cujos nomes não quis revelar, sejam multados devido a seu envolvimento no esquema, que teria operado durante dois anos.

Tríplice fronteira. Morgenthau afirmou que grande parte dos US$ 3 bilhões teriam saído da região da tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, e que os fundos chegaram ao banco nova-iorquino através de uma empresa de Montevidéu dedicada a transferências financeiras. A partir de Nova York, os fundos teriam sido enviados a vários lugares do Oriente Médio, como Riad (Arábia Saudita), Beirute (Líbano) e Ramallah (Cisjordânia), onde serviram para reforçar as finanças do Hezbollah e do Hamas, além da Al-Qaeda. “Não posso encontrar e prender Osama bin Laden, mas posso tentar cortar suas fontes financeiras”, comentou Morgenthau. O Brasil precisa realmente trabalhar a favor de Israel para sermos abençoados, como afirma a Palavra de Deus: “abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

Buenos Aires inaugura sinagoga dentro de prisão.

A capital argentina tornou-se a primeira cidade na América Latina – e a quinta no mundo – a contar com uma prisão que tem uma sinagoga interna. A inauguração do templo foi realizada no maior centro penitenciário da capital do país, o Presídio de Devoto, localizado no bairro de Villa Devoto. A sinagoga, que possui 30 metros quadrados, servirá, além de templo, como recinto para que os detentos que sejam judeus praticantes realizem as festividades religiosas. A idéia é que, em breve, a sinagoga também sirva como centro para a distribuição de refeições kosher, além de ter livros sobre temas judaicos. A inauguração da sinagoga – chamada de “Sefer Haim” (lugar de vida) – foi presenciada por autoridades do governo de Buenos Aires e do governo federal, além de representantes religiosos. A criação de um templo judaico no presídio foi uma iniciativa da AMIA. A obra foi realizada por voluntários da associação junto com prisioneiros. Calcula-se que em Devoto existam cerca de 15 prisioneiros judeus. Buenos Aires possui a segunda maior comunidade judaica do continente, depois de Nova York.

Fonte: Jornal Alef

A nova realidade do Oriente Médio

Em sua palestra sobre “A Nova Realidade do Oriente Médio”, na B´nai B´rith em São Paulo, o professor doutor Samuel Feldberg destacou que durante 50 anos a região foi o palco da “guerra fria” entre os EUA e a URSS, com alinhamento de cada país na esfera de uma ou de outra potência, e que o fim deste período gerou grandes mudanças. Até 1979, por exemplo, o Irã era importante aliado dos EUA e de Israel recebendo apoio e novos armamentos. Já o Egito, passou a ser aliado dos EUA depois de 79, e mantêm uma “paz fria” com os israelenses, explicou o especialista em Ciência Política, cujo doutoramento foi sobre “Estados Unidos e Israel: uma aliança em questão”. Feldberg afirmou que o foco dos EUA na região sempre foi o Golfo Pérsico, isto é, garantir a passagem de petroleiros para que o produto pudesse chegar até os mercados do Ocidente. Assim, o interesse norte-americano por Israel surgiu devido à necessidade de portos para fazer frente à marinha soviética, e garantir o livre fluxo do petróleo. Israel era visto como um elemento de equilíbrio pelos EUA, enquanto que para os israelenses o apoio norte-americano era tido como uma necessidade de sobrevivência.

Que tipo de ameaça Irã representa hoje?

Neste contexto, para os EUA o Irã é uma eventual ameaça ao acesso ao Golfo Pérsico. No entanto, o conferencista considera pouco provável um ataque direto aquele país, devido ao risco de um colapso da economia ocidental. Uma das opções seria fortalecer a oposição iraniana. Desde o tempo do xá Reza Pahlevi, o Irã almeja se tornar uma potência nuclear, e hoje esta idéia é uma das poucas que encontra apoio em toda a sociedade iraniana. Vendo as forças norte-americanas no Iraque, Afeganistão, e Ásia Central, a energia atômica representa para o Irã, a única forma de dissuasão, de evitar uma possível intervenção direta dos EUA no país. E como fica esta questão sob a ótica israelense?, indaga Feldberg. O governo tem que considerar a repercussão das declarações do presidente iraniano, lembrando que no início Hitler também era visto apenas como um louco. Mas, ele não acredita que o país e nem os EUA desfechem um ataque às instalações nucleares iranianas que hoje estão pulverizadas, muitas no subsolo, o que teria como efeito apenas atrasar o desenvolvimento do programa do Irã e fortalecer ainda mais seu presidente.

Relações entre Israel e seus vizinhos, os palestinos.

Para o especialista, a saída de Sharon do cenário político levou a uma mudança na sociedade israelense. Quando as pesquisas apontavam uma grande vitória do Kadima, partido criado por ele, este somente obteve 29 cadeiras no Parlamento, dependendo então de uma coalizão para governar com maioria. O primeiro-ministro Ehud Olmert tem urgência de realizar uma de suas mais importantes plataformas, a da retirada da Cisjordânia, pois o presidente Bush tem apenas mais dois anos de governo. Uma retirada unilateral evitaria a discussão com os palestinos sobre Jerusalém e o retorno dos refugiados, ambos os problemas quase insuperáveis, mas não é aceita pelos demais membros do Quarteto. Por outro lado, o Hamás se elegeu com uma margem incontestável, em um voto baseado na plataforma de combate à corrupção e de melhoria da qualidade de vida. O conferencista destacou o fato de nos últimos meses têm se mantido uma trégua não declarada, isto é, houve apenas um ataque a Israel, reivindicado por outros grupos e a reação israelense também não foi de uma retaliação imediata. Feldberg afirma que Israel tem que exigir do Hamas o fim dos ataques ao país e, no entanto, este não tem condições de evitar ataques realizados por outros grupos. E que a tendência é que o Hamas siga o caminho do Hezbolhah no Líbano, ingressando no Parlamento, mesmo sem deixar de ter um braço armado. Ao responder às diversas perguntas, Feldberg destacou que a Al Qaeda é um inimigo potencial do Hamas e da girrad Islâmica, pois não apóia a criação de um Estado Palestino e sim a de um califado islâmico muito mais amplo. E que os países árabes também não têm interesse em fortalecer os palestinos, que consideram nacionalistas e laicos.

Irã vai obrigar judeus e cristãos a usarem tarjas de identificação.

O artigo abaixo nos alerta para não fecharmos os nossos olhos para as profecias Bíblicas, pelo contrário é um alerta muito sério para Judeus e Cristãos não permitirem mais a catástrofe do Holocausto.

A Internet está em chamas, a partir do relato de um jornal canadense, o “National Post”, segundo o qual o Irã vai obrigar judeus e cristãos a usarem tarjas de identificação de fé. Neste momento a notícia se propaga e ao mesmo tempo é contestada, sem, por ora, intervenção do governo iraniano. O jornal cita expatriados imigrantes como fontes e ouviu o líder do Congresso Judeu Canadense e o rabino Marvin Hier, do Centro Simon Wiesenthal em Los Angeles, para recolher opiniões. Uma rádio canadense, porém, afirma que o relato é incorreto, tendo por fonte um especialista em Oriente Médio nascido e criado em Teerã. Mas, na mesma rádio, a New 940 Montreal, um apresentador, Beryl Waysman, afirmou que a história é verídica: uma lei exigindo o uso de tarjas teria sido aprovada dois anos atrás e entraria em vigor nesta semana. Waysman disse que “judeus têm de usar tarjas amarelas e cristãos, vermelhas, porque de acordo com os mulás iranianos se um muçulmano aperta a mão de um não-muçulmano ele se torna impuro”. A notícia do “National Post” é destaque de um dos agregadores de notícias mais consultados da internet, o drudgereport.com .

Projeto israelense salva vidas de crianças palestinas

Comovido com a história de duas crianças etíopes que precisavam de cirurgia cardíaca urgente, o médico Ami Cohen, norte-americano emigrado para Israel, criou, em 1995, o programa “Save a Child’s Heart” “Salve o coração de uma criança”. O projeto ganhou tamanha proporção que, até 2004, conseguiu tratar mais de 3.500 jovens doentes vindos de países em desenvolvimento, no Hospital Edith Wolfson, em Holon, subúrbio de Tel-Aviv, com sucesso em 96% dos casos. Somente no ano passado, foram realizadas 504 cirurgias/cateterismos. O SACH comemorou, recentemente, a centésima vida palestina salva graças à cooperação entre o programa e a União Européia. Os palestinos, aliás, são os principais beneficiários do SACH, com um total de 387 crianças tratadas até 2004, além de chineses, russos, nigerianos, etíopes etc. Cada tratamento custa, em média, US$ 10 mil, bancados pelo SACH (com parcerias e patrocínios), com a ajuda da família e do país de origem da criança. Há cinco milhões de jovens em todo mundo esperando por cirurgia cardíaca.

Fonte: Jornal Alef

Eros B fotografa áreas da usina nuclear do Irã

Foto: Míssil iraniano Shahab com capacidade para ogiva nuclear

Três dias depois de seu lançamento, o Eros satélite B já opera completamente, enviando imagens de alta-resolução a estações na terra. “O Satélite de observação remota de Israel, Eros B, começou a enviar instantâneos de alta qualidade de vários locais pelo mundo para sua estação na Terra, com um foco nas instalações nucleares do Irã”, informou o diário Yedioth Aharonot no domingo passado. O Eros B foi lançado em órbita com sucesso na semana passada de uma localidade na Sibéria por um lançador Russo. Na Sexta-feira, após uma checagem nos equipamentos da espaçonave, a estação de Indústria de aeronaves em Yahud deu ao Eros B sua primeira tarefa, e então a câmera de altíssima resolução, construída por Elbit Systems Electro-Optics (ELOP) Ltd. para distinguir artefatos menores que um metro no solo, começou a tirar fotos. “Este bebê no espaço tem habilidades incríveis, e nasceu bem na hora”, disse um perito da Inteligência sobre o satélite.

Fonte: FIPE

Governo cadastra brasileiros em territórios palestinos

Cidadãos brasileiros que vivem em territórios palestinos estão sendo cadastrados pela primeira vez para que possam votar nas eleições gerais de outubro. A iniciativa, organizada pelo escritório da Representação Brasileira na Autoridade Nacional Palestina, “vai nos dar a possibilidade de fazer, pela primeira vez, um censo detalhado da comunidade brasileira nos territórios palestinos ocupados”, disse o chefe da Representação Brasileira em Ramallah, ministro Josal Pellegrino. De acordo com ele, o número de eleitores que deverão comparecer até o final do cadastramento deve chegar a mil. Segundo cálculos das autoridades brasileiras, esse dado pode vir a confirmar avaliações prévias de que, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, deve haver por volta de 5 mil cidadãos brasileiros.O escritório do Brasil lançou uma campanha, pelas estações de rádio Ajyal e Angham, com o fundo musical do samba de Juca Chaves Presidente Bossa Nova.

Fontes: BBC Brasil / Folha On Line

Motorola lança celular “Kosher”

A Mirs Comunications, filial da Motorola, tem planos de adaptar o bem-sucedido celular “Kosher” (só permite fazer e receber chamadas), disponível em Israel, às comunidades judaicas ortodoxas dos EUA. Este modelo está desprovido de funções que, aos olhos dos rabinos, podem “distrair” o fiel, como câmera digital, mensagens de texto ou acesso à Internet. Os aparelhos ganharam este nome porque têm o selo de aprovação do Comitê Rabínico para as Comunicações, da mesma forma que os alimentos que obedecem aos critérios da Lei judaica. A Good News Holdings e o Barna Group lançaram recentemente nos EUA seu FaithMobile Celular da Fé, um serviço para os clientes das companhias Cingular, Alltel e         T-Mobile que oferece escrituras, timbres musicais e vídeos cristãos. Seu slogan publicitário é: “Você já falou com Deus hoje?”.

Fonte: Jornal Alef

Método revolucionário cura dependência em drogas pesadas

O médico carioca André Waismann desenvolveu em Israel um método revolucionário para tratar viciados em drogas pesadas. Ele tornou-se famoso no mundo inteiro, é recebido por presidentes e nos EUA pacientes pagam até US$ 32 mil por seu tratamento. Seu trabalho já foi notícia nos jornais “USA Today” e “Los Angeles Times” e ele também é dono de um instituto que leva seu nome em Beverly Hills, na Califórnia. Segundo seus cálculos, mais de oito mil dependentes de drogas de 30 países já foram tratados com seu método inovador. A técnica que Waismann desenvolveu chama a atenção por sua rapidez: toda a internação do viciado dura pouco mais de um dia. O paciente é adormecido e a equipe médica o induz a uma crise de abstinência, que é imediatamente controlada. Durante os 12 meses seguintes, o paciente é medicado e, segundo Waismann, toda a dependência de drogas é eliminada. Além de seu consultório em Herzlia Pituach e nos EUA, Waismann também atende na Austrália, África do Sul e em vários países europeus.

Fonte Jornal Alef.

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