A Mídia Trabalha Contra Israel

A Mídia Trabalha contra Israel

Linha fina: Precisamos de jornalistas neutros e com visão espiritual.

A Bíblia diz, em João 8:44, que o Diabo é o pai da mentira. Precisamos entender que por trás da mídia está uma força oculta que trabalha contra Israel. Como os jornalistas podem emitir opinião acerca dos fatos dentro de Jerusalém, olhando apenas o lado natural dos acontecimentos? Sei que um grande inimigo de Israel é a Mídia tendenciosa, e em nosso país, muita coisa que divulga não é a verdade. Ela precisa vender matéria e matéria que possa ser comprada pelos veículos de comunicação. Quanto mais absurda for a notícia, maior é o seu valor. Há pouco tempo, nosso presidente sentiu-se ofendido por uma matéria publicada no jornal New York Times. Segundo o ponto de vista do jornalista americano, Luiz Inácio Lula da Silva tinha problemas com álcool. O Brasil sentiu-se ofendido e chegou a ser cogitada a cassação do visto do jornalista americano. Nós, brasileiros, somos testemunhas das inúmeras falhas cometidas pela mídia mundial acerca da nossa realidade. O mundo vê o Brasil como um país muitíssimo perigoso. Por quê? Porque a mídia mostra apenas rebeliões nos presídios, as crianças pedindo esmolas nas ruas, seqüestros, pobreza, políticos corruptos e uma série de outras matérias que denigrem a imagem do nosso país. Podemos contar nos dedos, por exemplo, as matérias que levantam a auto-estima do povo brasileiro, que nos trás paz, alegria, segurança ou alguma notícia que nos encoraje a levantar das nossas camas pela manhã. Os jornais trazem apenas quantos desempregados, quantos mortos, a quantas anda a inflação, ou quão corruptos são os nossos políticos… Muitas pessoas desistem de viver depois de assistir aos telejornais com seus comentários pessimistas. A mídia tem o poder de influenciar a opinião publica. A rejeição do mundo a Israel é uma luta contra o Deus verdadeiro, manipulada pelo “pai da mentira” (João 8.44). Mas virá o dia em que as nações reconhecerão: “Só contigo [Israel] está Deus, e não há outro que seja Deus” (Isaias 45.14).

Por que será que nosso mundo é tão antiisraelense?

Em primeiro lugar, porque Israel é o povo do único Deus verdadeiro.

Em segundo lugar, porque Israel é a prova de que a Bíblia merece confiança.

E, em terceiro lugar, porque Israel tem um futuro messiânico.

Mas um mundo que se volta contra Deus será inevitavelmente contrário a tudo o que lembra Deus. Na verdade, deveríamos ter compaixão da mídia e dos políticos, ofuscados e cegos para a realidade, perguntando-nos se sua atitude de medir com duas medidas, já não é parte do juízo de Deus sobre o nosso mundo. Mas tudo mudará um dia: Jesus Cristo, o Messias de Israel, voltará, para salvar Seu povo e mostrar que Ele é Deus, que não deixa Suas promessas sem cumprimento! O futuro de Israel será maravilhoso sob Seu reinado. Ele disse através do profeta Isaías: “Agora, me levantarei, diz o Senhor; levantar-me-ei a mim mesmo; agora, serei exaltado. Olha para Sião, a cidade das nossas solenidades; os teus olhos verão a Jerusalém, habitação tranqüila, tenda que não será removida, cujas estacas nunca serão arrancadas, nem rebentada nenhuma das suas cordas. Mas o Senhor ali nos será grandioso, fará as vezes de rios e correntes largas; barco nenhum de remo passará por eles, navio grande por eles não navegará. Porque o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará. Agora, as tuas enxárcias estão frouxas; não podem ter firme o mastro, nem estender a vela. Então, se repartirá a presa de abundantes despojos; até os coxos participarão dela. Nenhum morador de Jerusalém dirá: Estou doente; porque ao povo que habita nela, perdoar-se-lhe-á a sua iniqüidade”, (Isaias 33.10,20-24).

A seguir, destacaremos algumas noticias que a mídia não divulga.

Judias e palestinas comemoraram juntas o Dia Internacional da Mulher. 

No dia 8 de março, Naamat Israel promoveu um grande evento para comemorar o Dia Internacional da Mulher,em Tel Aviv. Dele, participaram líderes israelenses e palestinas, e mais de 600 convidadas, entre as quais nossa voluntária – Rosa Helena C. Roizen, representando Naamat Brasil. A programação teve uma parte artística, com a participação da poeta drusa Hiam Kablan, do vilarejo de Usaffiya, que fica ao norte do país, e da cantora Margalit Tzanani, em complemento à conferência da doutora Bia Bajor, especialista em assuntos do Oriente Médio, com o tema “Liderança Feminina no Oriente Médio – Desenvolvimento e Intercâmbio”. Para a presidente de Naamat Israel, a advogada Talia Livni, esse evento foi da maior importância: “Essa comemoração conjunta foi muito especial para todas nós mulheres, sobretudo por ter acontecido em um momento político bem conturbado para ambas as partes, palestina e israelense”. E completou: “Esse evento mostra que o diálogo deve continuar, não devemos fechar uma porta para uma oportunidade da situação ser resolvida. Como mulheres, nós temos coragem e prudência para dar um impulso positivo às relações entre esses dois povos”.

A data de 27 de janeiro foi consignada pela Assembléia Geral das Nações Unidas como Dia Internacional de Recordação das Vítimas do Holocausto.

Israel ressurgiu das cinzas do holocausto e jamais será apagado do mapa!

 

“Esta não é uma data escolhida por acaso”, explica o rabino Henry I Sobel, presidente do rabinato da Congregação Israelita Paulista que dirigiu o serviço especial de shabat na CIP, que contou com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do prefeito de São Paulo, José Serra, e diversas autoridades.
”A resolução da ONU, assinada por 104 países membros da organização, inclusive do Brasil, rejeita a negação do Holocausto como evento histórico, induz as nações a desenvolverem programas educacionais para instruir as novas gerações sobre os horrores do genocídio, e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença. Uma das missões mais importantes da comunidade judaica – missão esta que a história nos impôs – é recordar a barbaridade do Holocausto que ceifou a vida de seis milhões de judeus nas décadas de 30 e 40. Não recordamos com o intuito de remoer tragédias passadas, nem no espírito de vingança, mas sim para conscientizar as gerações de hoje das atrocidades cometidas por aqueles que nos consideravam membros de uma raça superior”, salienta Sobel. O rabino, que não só dirigiu o Shabat, mas foi a alma da celebração, lembrou que não foram somente os nazistas os responsáveis pelo Holocausto. “Atribuímos a culpa não só aos nazistas, como aos governos, aos presidentes, aos primeiros-ministros, às autoridades eclesiásticas, a todos os que, por meio de seu silêncio, contribuíram para o maior aniquilamento em massa na história da humanidade. Tal conscientização é essencial nos dias de hoje, em face ao recrudescimento do anti-semitismo no mundo inteiro. Ao render um tributo aos seis milhões que pereceram em Auschwitz, Dachau, Treblinka, Bergen-Belsen, Majdanek, Sobibor, Buchenwald, Theresienstadt… Oremos o Kadish, um louvor ao Criador cujos desígnios estão tantas vezes além de nossa compreensão”, prosseguiu o rabino, sendo acompanhado pelas mais de mil pessoas presentes ao serviço religioso. Foram entoadas também duas canções que nasceram durante o Holocausto: uma em hebraico – Eli, Eli, she´lo yigamer Leólam –  uma afirmação de fé em Deus apesar da dor, do sofrimento e da destruição, e uma em idish – Zog nit Kein mol – o hino dos heróis da resistência nos guetos de Vilna e Varsóvia, que expressa a determinação do judeu em combater o opressor, respectivamente pelo chazan Alexandre Edelstein e Abraham Bursztein.

O holocausto e o ressurgimento de Israel

Sobre o ressurgimento de Israel, o rabino Sobel disse as seguintes palavras: “Senhor Presidente da República, autoridades e amigos. Não importa o que diga um chefe de Estado iraniano, o Holocausto aconteceu sim. E Israel, o país que ressurgiu das cinzas do Holocausto não será apagado do mapa. Jamais! TEMOS DUAS LEALDADES: AO ESTADO DE ISRAEL E AO BRASIL. Devemos lealdade ao Estado de Israel. Tivesse Israel existido 60 anos atrás, seis milhões de judeus teriam sido poupadas da morte”, conclamou Sobel convidando a embaixadora Tzipora Rimon, o presidente da Sherit Hapleitá, Ben Abraham, a presidente da CIP, Lena Srtumpf, e Jayme Pasmanik para ficarem com ele ao lado da bandeira de Israel e cantar o Hino de Israel, Hatikvá, que significa Esperança.

“Este é muito mais do que o país em que vivemos. É o país ao qual vieram muitos dos sobreviventes do Holocausto. Aqui, puderam construir uma nova vida. Neste solo hospitaleiro, puderam construir centros comunitários e sinagogas depois de tantos terem sido destruídos na Europa nazista. Foi neste país que muitos de nós nascemos. Foi aqui que nasceram nossos filhos. Amamos o Brasil”, destacou o rabino, convidando o Presidente da República e a todos os presentes para, juntos, entoarem o Hino Nacional. Ao final da solenidade, houve a entrega de uma Menorá, ao presidente Lula, pelos presidentes da B´nai B´rith do Brasil, Abraham Goldstein, da Sherit Hapleitá do Brasil, Ben Abraham – sobrevivente e incansável batalhador pela memória da Shoá – e pelo rabino Sobel, representando as três entidades que juntas, promoveram esta noite memorável. Encerrando o serviço religioso, o rabino Sobel deu voz ao sentimento de muitos dos presentes: “A ONU foi criada em resposta aos horrores da 2ª Guerra Mundial. Este Dia Internacional em Recordação às Vítimas do Holocausto não alivia a dor que sentimos pelos que caíram, mas recordar é uma forma de homenagear os mártires e educar as novas gerações. Que Deus dê forças a todos que trabalham pela paz”, concluiu o rabino.

Eu, pastora Jane Silva, oro pela paz de Jerusalém, pois é um desejo ardente do coração de Deus e convido a todos que amam o maior de todos os Judeus: JESUS para que também orem pela Paz de Jerusalém e amem o povo Judeu em qualquer parte do mundo em que estiverem.

Com bênçãos de Jerusalém e até a próxima.

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