Israel x Palestina

Israel x Palestina

 

  “E tomaram Abrão e Naor mulheres para si: o nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mulher de Naor era Milca, filha de Harã, pai de Milca e pai de Iscá. Sarai foi estéril, não tinha filhos. E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali”. (Gênesis 11: 29 a 31)

“ORA, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Assim partiu Abrão como o SENHOR lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã. E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã. E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até ao carvalho de Moré; e estavam então os cananeus na terra. E apareceu o SENHOR a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera”. (Gênesis 12: 1 a 7)

“Naquele mesmo dia fez o SENHOR uma aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates; E o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu E o heteu, e o perizeu, e os refains, E o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu”. (Gênesis 15:18 a 21)

“ORA Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos, e ele tinha uma serva egípcia, cujo nome era Agar. E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai. Assim tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão seu marido, ao fim de dez anos que Abrão habitara na terra de Canaã. E ele possuiu a Agar, e ela concebeu; e vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos. Então disse Sarai a Abrão: Meu agravo seja sobre ti; minha serva pus eu em teu regaço; vendo ela agora que concebeu, sou menosprezada aos seus olhos; o SENHOR julgue entre mim e ti. E disse Abrão a Sarai: Eis que tua serva está na tua mão; faze-lhe o que bom é aos teus olhos. E afligiu-a Sarai, e ela fugiu de sua face. E o anjo do SENHOR a achou junto a uma fonte de água no deserto, junto à fonte no caminho de Sur. E disse: Agar, serva de Sarai, donde vens, e para onde vais? E ela disse: Venho fugida da face de Sarai minha senhora. – Então lhe disse o anjo do SENHOR: Torna-te para tua senhora, e humilha-te debaixo de suas mãos. Disse-lhe mais o anjo do SENHOR: Multiplicarei sobremaneira a tua descendência, que não será contada, por numerosa que será.

Disse-lhe também o anjo do SENHOR: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto o SENHOR ouviu a tua aflição. E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos.  E ela chamou o nome do SENHOR, que com ela falava: Tu és Deus que me vê; porque disse: Não olhei eu também para aquele que me vê? Por isso se chama aquele poço de Beer-Laai-Rói; eis que está entre Cades e Berede. E Agar deu à luz um filho a Abrão; e Abrão chamou o nome do seu filho que Agar tivera, Ismael. E era Abrão da idade de oitenta e seis anos, quando Agar deu à luz Ismael”. (Gênesis 16:1 a 16)

“SENDO, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito. E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente. Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo: Quanto a mim, eis a minha aliança contigo: serás o pai de muitas nações; E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai de muitas nações te tenho posto; E te farei frutificar grandissimamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti; E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhes-ei o seu Deus”. (Gênesis 17:1 a 8)

“Disse Deus mais a Abraão: A Sarai tua mulher não chamarás mais pelo nome de Sarai, mas Sara será o seu nome. Porque eu a hei de abençoar, e te darei dela um filho; e a abençoarei, e será mãe das nações; reis de povos sairão dela. Então caiu Abraão sobre o seu rosto, e riu-se, e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? E dará à luz Sara da idade de noventa anos? E disse Abraão a Deus: Quem dera que viva Ismael diante de teu rosto! E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele. E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação. A minha aliança, porém, estabelecerei com Isaque, o qual Sara dará à luz neste tempo determinado, no ano seguinte. Ao acabar de falar com Abraão, subiu Deus de diante dele”. (Gênesis 17:15 a 22)

“E O SENHOR visitou a Sara, como tinha dito; e fez o SENHOR a Sara como tinha prometido. E concebeu Sara, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, que Deus lhe tinha falado. E Abraão pôs no filho que lhe nascera, que Sara lhe dera, o nome de Isaque”. (Gênesis 21:1 a 3)

“E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, o qual tinha dado a Abraão, zombava. E disse a Abraão: Ponha fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com Isaque, meu filho. E pareceu esta palavra muito má aos olhos de Abraão, por causa de seu filho. Porém Deus disse a Abraão: Não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. Mas também do filho desta serva farei uma nação, porquanto é tua descendência. Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e tomou pão e um odre de água e os deu a Agar, pondo-os sobre o seu ombro; também lhe deu o menino e despediu-a; e ela partiu, andando errante no deserto de Berseba. E consumida a água do odre, lançou o menino debaixo de uma das árvores. E foi assentar-se em frente, afastando-se à distância de um tiro de arco; porque dizia: Que eu não veja morrer o menino. E assentou-se em frente, e levantou a sua voz, e chorou. E ouviu Deus a voz do menino, e bradou o anjo de Deus a Agar desde os céus, e disse-lhe: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está. Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação. E abriu-lhe Deus os olhos, e viu um poço de água; e foi encher o odre de água, e deu de beber ao menino. E era Deus com o menino, que cresceu; e habitou no deserto, e foi flecheiro. E habitou no deserto de Parã; e sua mãe tomou-lhe mulher da terra do Egito”. (Gênesis 21:9 a 21)

 

 

“Porém Abraão deu tudo o que tinha a Isaque; Mas aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu Abraão presentes e, vivendo ele ainda, despediu-os do seu filho Isaque, enviando-os ao oriente, para a terra oriental. E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e farto de dias; e foi congregado ao seu povo; E Isaque e Ismael, seus filhos, sepultaram-no na cova de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, heteu, que estava em frente de Manre, O campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. Ali está sepultado Abraão e Sara, sua mulher. E aconteceu depois da morte de Abraão, que Deus abençoou a Isaque seu filho; e habitava Isaque junto ao poço Beer-Laai-Rói. Estas, porém, são as gerações de Ismael filho de Abraão, que a serva de Sara, Agar, egípcia, deu a Abraão. E estes são os nomes dos filhos de Ismael, pelos seus nomes, segundo as suas gerações: O primogênito de Ismael era Nebaiote, depois Quedar, Adbeel e Mibsão, Misma, Dumá, Massá, Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá. Estes são os filhos de Ismael, e estes são os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus castelos; doze príncipes segundo as suas famílias. E estes são os anos da vida de Ismael, cento e trinta e sete anos, e ele expirou e, morrendo, foi congregado ao seu povoE habitaram desde Havilá até Sur, que está em frente do Egito, como quem vai para a Assíria; e fez o seu assento diante da face de todos os seus irmãos. E estas são as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque; E era Isaque da idade de quarenta anos, quando tomou por mulher a Rebeca, filha de Betuel, arameu de Padã-Arã, irmã de Labão, arameu. E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. E os filhos lutavam dentro dela; então disse: Se assim é, por que sou eu assim? E foi perguntar ao SENHOR. E o SENHOR lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor. E cumprindo-se os seus dias para dar à luz, eis gêmeos no seu ventre. E saiu o primeiro ruivo e todo como um vestido de pêlo; por isso chamaram o seu nome Esaú. E depois saiu o seu irmão, agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; por isso se chamou o seu nome Jacó. E era Isaque da idade de sessenta anos quando os gerou”. (Gênesis 25:5 a 26)

 

“Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste”. (Gênesis 32:28).

 

ASPECTOS ESPIRITUAIS DO CONFLITO ÁRABE-ISRAELENSE

 

Nós, judeus messiânicos queremos que:

Os cristãos saibam sobre o tema Israel e cumprimento bíblico e profético em relação à vinda do Messias e assumam uma posição clara e efetiva neste contexto;

Que os judeus continuem no processo de restauração de seu povo, de sua terra, voltando-se para os propósitos da Torah e abrindo seus corações para o Messias de Israel, Yeshua;

Que o povo árabe seja também alcançado por Deus, segundo as profecias bíblicas. Pois, o problema do atual povo palestino quanto à terra precisa ser resolvido, independentemente de suas causas espirituais.

 

Perguntas Importantes:

Qual a origem da crise árabe- Israelense?

O problema do conflito é realmente a questão da terra?

O que os livros sagrados (Bíblia ou Alcorão) dizem sobre a terra de Israel?

O que nos mostra a história sobre esta terra?

É possível um acordo de Paz? O que disseram as Resoluções da ONU 181 e 194?

Qual o papel da Igreja neste conflito?

Há correlação deste conflito com a vinda do Messias Jesus?

 

O que a Bíblia diz sobre a terra?

Promessas de Deus ao povo judeu quanto a terra.

Gênesis 12:2-3: ”Eu te mostrarei a terra que tu irás habitar”;

Gênesis 15:18: Deus dá a dimensão da terra (do Egito ao Rio Eufrates)

Êxodo 6:7: Deus toma os hebreus como seu povo;

Deuteronômio 34:4:”Esta terra eu prometi a Abraão, Isaque e Jacó e a sua descendência…”

Números 34: dá a distribuição da Terra a doze tribos;

 

Gênesis 21:2 1 – Ismael (Pai dos árabes) foi para o deserto de Parã (Ao norte da Península do Sinai) e toma uma mulher do Egito, pois sua mãe era de lá;

Gen 25:18: os descendentes de Ismael (árabes) habitaram desde Havilá (deserto de Parã) até Sur (norte do Egito). Seria hoje no território egípcio.

 

História da Terra de Israel:

1. David conquistou Jerusalém dos Jebuseus no ano 1000 ac.

2. 722 ac: Povo judeu vai para o exílio na Assíria

3. 586 ac.: Povo judeu vai para o exílio da Babilônia.

4.538 ac.: Período persa e helenístico

5. 63 ac.: Domínio romano

6. 132 dc.: Reinado do Imperador Adriano – Bar Kochba e rabino Akiva – Roma Muda os nomes (de Jerusalém para Aelia Capitolina, que significa Capital do Sol e Israel para Palestina)

7. 313 dc.: Período Bizantino

8. 639 – 1099 dc.: Período Árabe

9. 1291-1516 dc.: Período dos Mamelucos

10. 1517-1917dc.: Império Otomano

11. 1517-1948dc.: Domínio Britânico – declaração de Balfour- reconhece a necessidade do Estado Israel em 1917.

12.1948:  Criação do Estado de Israel – Resolução 181da ONU garantia terras tanto para os judeus como árabes no Oriente Médio. Árabes recusam a criação de um estado Palestino e saem como refugiados para os países vizinhos. Os judeus aceitam o Estado de Israel e tomam posse de sua terra, incluindo a parte deixada pelos árabes que se refugiaram.

13.Um dia depois da independência 15/05/48, cinco países árabes invadem Israel. Israel ganha a guerra e amplia seus territórios;

14.Em 1949: faz-se a assinatura do armistício. Israel fica com Galiléia, e Neguev;Judeia e Samaria com Jordânia e Egito com Gaza.

15. Em 1964: foi criado a OLP ( Organização para Libertação da Palestina)

16. 05/6/67: Guerra dos seis dias – Israel toma Golam, Jerusalém, Judéia e Samaria e Gaza.

17- 1970: foi promulgada a Declaração da OLP, dizendo que nunca haverá acordo de Paz com Israel. Porém, querem apenas sua completa libertação (destruição de Israel ou a expulsão de todos os judeus daquele lugar)

18.Resolução da ONU 194: Dá o direito de retomo. Judeus utilizaram e árabes não, pois a condição era a convivência em paz.

19. 1993: Tratado de Oslo e em 2000, o 1º Ministro Ehud Barak aceita a criação do Estado palestino. Mas, árabes recusam, pois querem, no fundo, a destruição de Israel.

20. Israel reconhece a OLP em 1993 e propõe o Estado Palestino por um período de cinco anos, divididos em quatro etapas.

21. 1994: Criada a AP (Autoridade Palestina e seu Conselho) para governar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.

22. 2000: No acordo de Camp David – Ehud Barak e Bill Clinton, concederam 95% do território ocupado para os palestinos e eles não aceitaram.

23. A lntifada, que começou em 1987, volta com força após a visita de Ariel Sharon (presidente do Likud na época) ao Monte do Templo em setembro de 2000 (queria provar que a convivência pacífica entre estes povos em impossível);

24. Em fevereiro de 2001 Sharon foi eleito primeiro ministro de Israel;

 

O Estado Palestino nunca existiu de fato, embora Israel esteja disposto a reconhecê-lo.

Os 600 mil árabes (a maioria era jordanianos, pois a Cisjordânia e Jerusalém Oriental faziam parte da Jordânia) que moravam nesta região durante o domínio britânico é que hoje deram origem ao povo que se denomina “palestino”. Em Israel eles somam mais de um milhão. Incluindo os refugiados que estão espalhados em outros países árabes, eles somam quase três milhões.

25. Por que o acordo de paz é difícil? A OLP (criada em 1964) e os partidos terroristas não querem paz e nem acordo. O próprio artigo 7 da Declaração da OLP-1970 diz :…”O povo da Palestina e seu movimento de libertação nacional estão lutando pela libertação completa (eliminação de Israel) e rejeitam todas as soluções pacíficas..” Eles querem a destruição de Israel. Desenvolveu-se uma geração nos últimos 30 anos que vivem espalhando somente ódio. Por isso, Eles não aceitam nenhum acordo de paz e partem para o terror. Quando se sentam à mesa para negociar, como na última vez em Camp David, pedem que os três milhões de refugiados (600 mil saíram. A maioria deles eram jordanianos e passaram, a partir de 1967, a se identificarem como palestinos) voltem para Israel e sejam indenizados. 700 mil judeus voltaram como refugiados dos países árabes e não exigiram indenizações por seus bens e fortunas deixados nos paises árabes em que moravam.

26. No ponto de vista de hoje é muito difícil estabelecer qualquer acordo de paz. É necessário mudar a liderança e acabar com os atos terroristas de homens suicidas que não são mártires, mas assassinos.

 

Aparentemente, o problema do conflito é a terra. Mas, espiritualmente, não é só isto:

Os Árabes (12 nações em volta de Israel. No total são 21 nações) possuem 99,2 % das terras. Israel possui somente 0,8% e é um pouco maior que a metade do Estado do Rio (27 mil km2). Assim, a própria Jordânia já ofereceu terra suficiente para que os palestino nela se assentem, mas eles não querem e nem aceitam terra em outro local, senão a terra do Eretz Israel.

 

Aspectos Espirituais Da Guerra

O Islã tem como inimigos tanto os judeus como os cristãos. Todo País que apoiar Israel passa a ser inimigo do Islã, que apregoa a “guerra santa” (incluindo o terrorismo como meio) para inibir o inimigo e expandir sua fé.

O maior problema não é com o povo árabe, mas com os líderes religiosos.

Eles não crêem e nem esperam por um Redentor ou Messias. Mas crêem que todo aquele que morrer defendo o Islã será recebido no paraíso por virgens, gozando de todos os prazeres da carne.

A religião Islâmica inclui os chefes de Estados e todo o Governo como parte única, ou seja, o Estado faz parte da Religião.

Todo aquele que não pertence à religião islâmica é tido como opositor

Tanto os judeus como os cristãos têm em mente justamente o contrario, ou seja, haverá um reino de paz na terra, o reino de Deus através de seu Messias. Os cristãos chamam este Messias de Jesus e crêem que Ele já está voltando. Os judeus messiânicos, idem. Porém, o povo judeu de modo geral espera também o seu Messias, não crendo ser ele Jesus. No final das contas, segundo a Bíblia, os judeus vão reconhecer Jesus como Messias, quando este voltar em sua Segunda vinda. No final, todos, cristãos e judeus, serão (pela Bíblia) um só povo crente, judeus e gentios (Efésios 2). Neste momento haverá a tão esperada redenção do Mundo (Romanos 8:22 e 23);

 

Para que este messias venha é necessário acontecer alguns fatos, tanto fora de Israel como dentro:

Fora de Israel: a igreja de Jesus deve pregar o evangelho aos povos até aos confins da terra (Mateus 24:14) e estes verdadeiros cristãos deverão alcançar uma maturidade e qualidade de fé (Romanos 11:25); os cristãos deverão ter uma perfeita união como corpo (João 17:21).

Dentro de Israel e para o povo judeu: Deus está restaurando a terra de Israel que foi dada ao povo judeu e agora passa a restaurar seu povo escolhido (Dt: 34:4; Nn 34; Ez 36:24-27 e 37; Jr 31;31-34; Is 51);

Deus nunca rejeitou Israel como povo e como nação (Jr 31:35 e Rm 11:1);

Deus usou este povo para que o Messias viesse em sua primeira vinda e agora vai usar este povo para a sua segunda vinda,

A grande questão é esta: as forças malignas, opositoras do reino de Deus (satanás) sabem que toda a consumação dos tempos se dá na terra de Israel, fazendo o povo judeu parte deste contexto messiânico, pois Jesus volta para Jerusalém e não para Nova Yorque ou São Paulo ou para Belo Horizonte. Zc 12; 14; at 1; etc. Eis aqui a questão da terra

Deus está restaurando seu povo (a grande teshuavá – Arrependimento) Ez 36:24-26; Ez 37:14-21; Is 49:6; Is11:11-12; 43:5-10; Rm 11: 15;25-32; Mt 24:32-34 etc;

Há inúmeras profecias que antecedem a volta do Messias e que só se cumprirão através dos judeus remanescentes:

Judeus em Jerusalém reconhecerão Jesus como o messias (Zc 12: 10);

 

Para o Messias voltar é necessário ainda:

As nações se voltarão contra Jerusalém ( zc 14:2;ap 11:2);

A batalha da Armagedon ou Megido (Ap 16:16; Zc 12:11; 14;2 etc).

Reconstruirão o templo (Ez 40-44; Ap 11:1-2; Am 9:11;)

Restauração das 12 tribos de Israel (ls 49:6; Ap 7:l8 etc.);

A volta em glória de Yeshua, Jesus (Ap 11:15; Ap 10 e 20) e todas as profecias dos profetas que falaram a respeito do dia do senhor em glória.

 

É ultra-importante que se diga: a maioria dos judeus e seus líderes não entendem a Bíblia e seu contexto profético messiânico. Poucos são os cristãos que entendem também. Por isso, os erros estão sempre vindo à tona de ambos os lados. O mundo ocidental está se afastando da fé cristã e por isso, cada vez entende menos o contexto bíblico. Sua tendência é analisar o conflito árabe israelense simplesmente no aspecto histórico da terra. Por outro lado, os líderes árabes enfocam primeiro os aspectos do domínio religioso da região e daí o interesse e defesa pela terra, que na realidade recai sobre Israel.

Mas, para aqueles que crêem, Deus está no absoluto controle de toda a situação e tudo isto fará com que as profecias bíblicas se cumpram e o Messias, volte, implantando a paz e o reino de Deus na terra.

 

                                                                                                

Os Aspectos Espirituais do Conflito árabe-israelense e a solução final

Por Rav. Marcelo Miranda Guimarães

 

Israel, o povo judeu descendente de Isaque, e o povo árabe, descendente de Ismael, ambos filhos de Abraão têm vivido momentos difíceis, cruciais e decisivos nos últimos anos e, lamentavelmente, o conflito árabe-israelense tende agravar-se ainda mais. O ódio passado de geração em geração já é uma dura e tremenda realidade, pois o terrorismo é mais real do que se pode imaginar. A Resolução 181 da ONU, que criou o Estado de Israel, foi a mesma que criou o Estado Palestino. Só que naquela época, 1948, o povo que habitava na Cisjordânia (chamados de palestinos) não quiseram receber suas terras. Optaram por tentar expulsar Israel do Oriente Médio e, de lá para cá, apesar dos inúmeros acordos de paz, nunca houve um que resolvesse de vez a questão do conflito árabe-israelense, que só piora sem nenhuma perspectiva de paz.  Por que não haverá acordo de paz? Primeiro, para haver um acordo de paz de ambas as partes, elas devem estar dispostas a concretizá-la. Quando os palestinos desejam pelo artigo 7o. da OLP a exterminação de Israel, nunca haverá paz. Segundo, a questão é muito mais espiritual do que simplesmente entrar em acordo por um pedaço de terra. A verdade que a mídia não sabe ou mesmo não pode entender é que nesta questão há um conflito de religiões, de Deus e de deuses, uma questão de fé.

Em hipótese nenhuma o povo judeu é melhor que o povo árabe ou vice-versa. Não se trata de povos. Ambos têm suas características, qualidades e defeitos. A questão realmente está nas mãos de uma minoria terrorista que quer dominar o mundo e impor a sua fé, o seu deus e a sua crença. Mas, então, não há solução? Sim, há! E no final diremos onde está a solução.

 

Os corações de muitos, judeus e cristãos, se entristeceram quando ouvimos na mídia que vários judeus querem deixar Israel e voltar para os seus países de origem. E agora ? Acontecerá justamente o oposto  predito nas  profecias sobre o retorno dos judeus à sua terra?  Como ficam as profecias em relação à restauração da terra e do povo? Não acontecerão mais? D’us mudou seus planos?

Antes de abordar este tema, deve estar claro que Deus ama o povo árabe, mas  a terra em questão de acordo com a Bíblia foi dada  ao povo judeu.

“o Senhor fez uma aliança com Abraão dizendo: dei essa terra para os seus descendentes, do rio Egito até ao grande rio Eufrates” (Gn15:18). Mais especificamente, em Gênesis17:8 lemos: toda a terra de Canaã.

Em Levítico 25:23 Deus afirma: “A terra não será vendida perpetuamente, porque a terra é minha, e vós estais comigo como estrangeiros e peregrinos”.  

Os árabes reivindicam o direito sobre a terra de Israel como descendentes de Abrãao através da linhagem de Ismael .Em Gn 25:1-6 lemos que os outros filhos de Abraão receberam presentes e foram enviados para as terras do oriente. Deus disse que os abençoaria (Gn17:20) e, hoje existem 21 países Árabes soberanos donos de 99,2% das terras do oriente. Mas, por que tanta violência e tanto terrorismo.
Como já afirmamos este conflito tem origem espiritual e precisamos entender esta guerra sob este prisma. Por Deus permite todos estes acontecimentos. Poderia Ele mudar seus planos?

 

Deus está no controle ou ele pode mudar seus planos?

Numa primeira análise parece que algo estranho está acontecendo, mas a grande verdade é que Deus está no controle de todas as coisas. As Escrituras nos mostram exemplos de profetas e povo se arrependendo e Deus mudando os planos. Um bom exemplo é a história acontecida com o profeta Jonas e os ninivitas. Jonas não entendeu bem sua missão, mas o povo de Nínive percebendo que grande assolação e destruição viriam sobre eles proclamaram um grande jejum incluindo até os animais. Clamaram a Deus fortemente, converteu então cada um do seu mau caminho, e da violência que havia em suas mãos. Os versículos 8 e 9 do capítulo 3 dizem:…”Quem sabe se voltará Deus, e se arrependerá, e se apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos? Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não fez.”

Não sabemos ao certo o que acontecerá ainda em relação a Israel e ao povo palestino. A Bíblia nos mostra que todas as vezes que Israel se distanciou de Deus e de seu chamado, viu-se cercada e nas mãos de seus inimigos. Segundo o meu ponto de vista, vejo grande parte da  Igreja de Jesus, aquela que foi enxertada na “Oliveira” ( O Israel de Deus) para participar das mesmas bênçãos dadas por Deus aos patriarcas e ao povo judeu, ainda desinformada e alheia ao seu chamado quanto à Casa de Israel. Parte da classe sacerdotal, renomados pastores, têm seus olhos espirituais tampados e não conseguem ter o correto discernimento em relação ao chamado irrevogável de Deus ao povo judeu e a nação de Israel quanto ao cumprimento profético que antecede à volta do Messias Jesus. Mas, Deus está no controle de tudo e, neste momento, vejo o povo sendo chamado para um arrependimento profundo, movido por compaixão e misericórdia para que os judeus se arrependam e reconheçam o seu Messias Yeshua que em breve voltará em glória com os seus santos, o Príncipe da Paz, o Sar-Shalom, que estabelecerá aqui o seu reino milenar.

 

Não há diferença entre judeus, árabes, gregos, brasileiros, etc. quanto à salvação, mas há diferença de Israel como nação.

A igreja precisa urgentemente entender claramente que não há diferenças entre judeus, árabes e qualquer outro povo quanto à salvação. Todos precisam de Yeshua para alcançarem a salvação e a vida eterna (Rm 2:11;3:9). Mas, há diferença de Israel como nação e como povo. A Bíblia não diz que o Brasil será todo salvo ou os Estados Unidos ou qualquer nação árabe. Mas em Romanos 11:26-32 diz…”E assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador (O Messias Jesus voltando) e desviará Jacó de suas impiedades; e este será o meu pacto com eles, quando eu tirar os seus pecados. Quanto ao evangelho são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais. Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Pois, assim como vós (gentios) outrora fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobedi6encia deles, assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada. Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos.”

 

Yeshua não volta para Paris, Nova Iorque ou São Paulo!

Nós, judeus messiânicos e cristãos, que tomamos posse do maravilhoso resgate e da obra redentora do Gólgota,  devemos amar o povo árabe e interceder a Deus por eles também. Deus os ama e com certeza quer que nenhum deles pereça sem salvação. Mas, as promessas e o chamado irrevogável são para os judeus em relação à terra e à restauração do povo, das tribos, do retorno ao Eretz Israel. Pois Yeshua volta para o Monte Sião de Jerusalém e não para os montes de Bagdá ou para os Alpes da Europa. A grande realidade é que os notíciários inconscientemente têm feito com que os olhos de todo o mundo se voltem diariamente para aquela cidade e aqueles montes, nem que seja através das notícias ruins que cada dia entram em nossas TVs. Mas, será que isto não tem despertado um maior entendimento por parte daqueles que crêem e temem a Palavra do Senhor?

 

As nações da terra se voltarão contra Israel  e Jerusalém

Está escrito: – Todas as nações da terra se voltarão contra Israel  e Jerusalém será um cálice de tontear os povos…sendo uma pedra pesada para as nações...(Zc12:2-3; 14:2). E isto já começa acontecer. O ódio por Israel e pelo povo judeu está se instalando nos corações de milhares de pessoas por esse mundo afora.

Nossos olhos espirituais devem estar bem atentos aos conflitos entre árabes e judeus. Devemos nos voltar constantemente para as Sagradas Escrituras e nos consolar com suas palavras. O momento para a Igreja de Jesus é de intercessão, isto é, se colocar no lugar daqueles que estão em conflito e em guerra, se arrependendo pelos pecados deles e dos governantes das nações.

O Noivo Jesus está através do Espírito do Pai preparando sua noiva para o grande encontro com Ele para posterior celebração das Bodas. O Pai do Noivo sabe o dia e a hora deste encontro. O mundo não pode entender e nem discernir estes acontecimentos, pois na abundância de seu pecado está afastado de Deus. Mas, a noiva, a Igreja, a futura esposa de Jesus, sabe que o tempo se aproxima e por isso, vem  preparando o “enxoval” peça por peça.

 

Os gentios pisarão em Jerusalém por quarenta e dois meses

Não podemos especular nada em relação à passagem registrada em Apocalípse 11, mas podemos pelo menos imaginar quem são esses gentios que pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses? Judeus é que não são!  Neste mesmo capítulo João registra a visão que foi dada a ele, tendo uma cana semelhante a uma vara e que lhe foi dito: …”Levanta-te, mede o santuário de Deus, e o altar, e os que nele adoram. Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.” Quando vemos os delegados da ONU representando a voz mundial tomando decisões neste conflito, repartindo terras, criando nações e cidades e capitais… Que podemos pensar?

 

Existe alguma correlação entre a conversão dos judeus e a volta de Jesus?

Em Romanos 11: 15, diz…”Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?…”

Este versículo é super importante. Pois, o mesmo diz que se os judeus há dois mil anos atrás rejeitaram Jesus e, através desta rejeição houve a reconciliação de Deus com o mundo, para o qual a salvação passou a estar disponível a todo aquele que crê em Jesus, recebendo-o como seu Salvador e Senhor. Agora, este mesmo versículo diz que se os judeus admitirem que Jesus é o Messias de Israel haverá vida entre os mortos. Será que este verso quando diz “vida entre os mortos” está se referindo ao novo nascimento espiritual ou a ressurreição dos mortos no sentido literal da palavra. Se for, quando haverá a ressurreição dos mortos? Pela Bíblia somente em duas passagens. Primeiro no momento do arrebatamento, quando Jesus vem até as nuvens, resgatando sua Igreja. Em I Tes 4:16 diz…”Porque o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo, ressuscitarão primeiro. Depois, nós os vivos seremos arrebatados juntamente com eles (os mortos) nas nuvens… Outra passagem é a ressurreição dos mortos para juízo final, segundo Hebreus 6:2. Mas, neste momento todo o Israel já teria sido salvo antes do reino milenar. Então, é pouco provável que este verso se aplique neste segundo caso. Seja qual for a interpretação correta, uma coisa nós sabemos, se os judeus se convertem a Jesus a redenção se completa e Ele volta em Glória.

 

Deus sempre amou Israel e seu povo e não os desamparará.

Deus é justo e fiel a este chamado irrevogável para Israel. No final, Israel sairá vitorioso e o próprio Deus dos nossos patriarcas virá em seu socorro. Porém, A Torah e todos os demais livros mostram que toda vez que Israel ignora seu chamado irrevogável como povo escolhido, afastando-se dos seus mandamentos e estatutos, alto preço é pago e os inimigos prevalecem sobre Israel, como já dissemos anteriormente (Deuteronômio 28:45-47;58;64) Mas, no mesmo livro encontramos a vitória quando o Eterno diz…”Guardai, pois, as palavras deste pacto, e cumpri-as, para que prospereis em tudo quanto fizerdes…”

 

Os livros de Neviim (Os profetas) através de Ezequiel diz estas consoladoras palavras: …”Dize-lhes pois: assim diz o senhor Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel dentre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todos os lados, e os introduzirei na sua terra; e deles farei um nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações, nem de maneira alguma se dividirão para o futuro em dois reinos; nem se contaminarão mais com os seus ídolos, nem com as suas abominações, nem com qualquer uma das suas transgressões; mas eu os livrarei de todas as suas apostasias com que pecaram, e os purificarei. Assim eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus.”

 

O que a Igreja pode fazer neste momento?

O grande papel da Igreja é orar, orar, orar…incansavelmente! e trabalhar muito para a salvação de ambos os povos. Isto é, ambos os povos recebam Yeshua como seu Senhor e salvador, o Messias de Israel . Em suma, a solução esperada está no Messias. Um bom exemplo disto é que numa congregação Judaico-messiânica de nossos irmãos e amigos localizada em Haifa, existem ex-homens-bombas convertidos ao Senhor Yeshua, que foram alcançados pela pregação do Evangelho. Ex-terroristas durante os cultos estão de mãos dadas com judeus crentes, ambos messiânicos, que podem viver juntos e em paz. O Messias é o Príncipe da Paz, o Sar- Shalom ( Is 9:6) e Nele é gerada a família de Deus ( Ef 2:19)

 

Abaixo, algumas sugestões de como podemos orar constantemente PELO CONFLITO ISRAEL-ISMAEL

 

  1. Toda Igreja cristã tem os seus dias de encontros e cultos, por que não separar alguns minutos para todos seus membros orem por Israel, seu povo, pelas nações árabes e para que todo propósito divino se cumpra no devido tempo?

 

  1. Por que não pode existir em cada Igreja uma bandeira do Brasil e outra de Israel ? Seria uma ótima lembrança para orarmos pelo Brasil e seus governantes, também por Israel e pelas nações árabes.

 

  1. Promova reuniões ou círculos de oração em dias determinados.

 

  1. Reserve, pelo menos uma vez por mês, uma ministração sobre o tema “Israel e cumprimento profético”, alertando e instruindo a Igreja sobre as profecias relacionadas aos tempos finais e a salvação de Israel. Existem inúmeras literaturas sobre este tema.

 

  1. Uma outra boa sugestão é criar o chamado “Relógio de Oração” reunindo voluntários  que desejem orar pelo Brasil e por Israel durante 24 horas por dia. Se temos, por exemplo, 48 voluntários para oração, cada um deles poderá orar 30 minutos por dia no horário de sua melhor conveniência, totalizando, assim, 24 horas por dia. De tal forma que o primeiro intercessor inicie sua oração às 0:00 horas, o segundo às 0:30horas, o terceiro às 1:00 horas e assim, sucessivamente até completarem-se 24 horas de oração.

Nesta lista poderiam ser incluídos outros motivos de oração, como por exemplo, necessidades pessoais, família, etc.

 

  1. Promova seminários, encontros sobre temas como: reconexão Igreja e

Israel; restauração das raízes judaicas da fé cristã; celebração das festas           bíblicas nas datas determinadas pela Bíblia, etc.

 

7      Promova estudos bíblicos da Torah, ressaltando os princípios bíblicos das leis que abrangem os mandamentos, estatutos e ordenanças. São bênçãos e nos trazem maturidade, crescimento espiritual e, sobretudo, melhoria da qualidade da fé, quando se conhece a base das Escrituras no contexto original judaico. Lembremo-nos que todos os outros livros da Bíblia estão fundamentados na Torah.

 

Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam”. Sl 122:6

 

Marcelo Miranda Guimarães, rabino messiânico ordenado pelo Netivyah de Jerusalém-Israel

Fundador do Ministério Ensinando  de Sião e da Congregação Har Tzion de Belo Horizonte – MG e 2o. Secretário do CPEMG – Fale conosco: siao@ensinandodesiao.org.br e www. ensinandodesiao.org.Br

 

 

Ataque contra a nossa Bíblia

 

“Livra-me Senhor, do homem perverso, guarda-me do homem violento, cujos corações maquinam iniqüidades e vivem forjando contentas. Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide.” (Salmo 140:1-3)

 

A Bíblia Sagrada de judeus e cristãos é uma realidade histórica. Ostentando como palco a Terra Santa, nos desvenda o passado de um longo período de tempo da Criação até à aurora do Cristianismo. Foram séculos que presenciaram a ocupação e o desaparecimento de muitos povos, como os cananeus, filisteus (também confundidos por “palestinos”), edomitas, moabitas, amalequitas, etc. etc. O único que resistiu ao assédio, às invasões, aos exílios, às chacinas, sobrevivendo até aos nossos dias foi o povo judeu, o que abraçou os valores e princípios da Palavra de Deus expressa na Bíblia.  Fato que vem transformá-lo, há mais de 2.500 anos, na testemunha viva da verdade histórica do Antigo Testamento e Novo Testamento.

Entretanto, embora estejamos familiarizados com a Bíblia, muitos de nós carecem de atentar para o seu contexto histórico, com graves conseqüências. Quantos descuidados tomaram como verdadeira a propaganda enganosa de que Jesus teria nascido palestino, não sendo judeu da Judéia, da casa judaica de David? Quantos são os enganados, levados a se posicionarem contra Israel, tomando os filisteus, povo que desapareceu 600 anos antes do nascimento de Jesus, como os palestinos de nossos dias?  Quem quer nos fazer ignorar que Jesus nasceu na Judéia, tal como relata a Bíblia?  A quem interessa confundir tanto?  Com que propósito?

Tal embaralhamento é conseqüência de recente e poderosa campanha dos ímpios contra a realidade das Sagradas Escrituras. Obstinam-se no seu perverso desígnio de distorcer e apagar a verdadeira história da Terra Santa. De fato, eis o que propaga nesta campanha o embaixador islamítico palestino no Brasil, Musa Amer Odeh, no livro “A Questão de Jerusalém”, pág. 7, reproduzida textualmente,

 

 

 

Assim, comprova-se documentalmente,

1-Que ao invés de pregar eticamente as virtudes de sua religião, o embaixador  muçulmano conspira insidiosamente contra todos os valores e princípios de nossa Bíblia judaico-cristã, solapando seu fundamento histórico, ao induzir a crer aos desavisados que o passado da Terra Santa se reduz à civilização idólatra de origem cananéia, estranhamente reconfirmada com a conquista islâmica, ocorrida  600 anos depois do nascimento de Jesus Cristo, suprimindo totalmente o que é narrado nas Sagradas Escrituras

2-Que o embaixador islamítico propaga ter existido um suposto Jesus “palestino”, não judeu,  a desfigurar e perverter, por completo, o Novo Testamento, que o retrata filho de José e Maria,  nascido na Judéia, sob domínio do Império Romano, crucificado, “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus”,  destratando Cristo como um mero profeta palestino, cuja cruz continuaria  a ser carregada pelo atual povo palestino, contesta o cristianismo pela raiz.

3-Tudo isso, para desentranhar, destruir radicalmente a presença dos judeus na Terra Santa, deslegitimizando Israel do passado e do presente, para melhor eliminá-lo do mapa e da história, com fins inconfessáveis. O Salmo 52:2 diz, “A tua língua urde planos de destruição, é qual navalha afiada, ó praticadora de enganos”.

PROPOSTA:

Salmo 120:2 “Senhor, livra-me dos lábios mentirosos, da língua enganadora”.  É preciso, pois, UNIR judeus, cristãos, todos os homens de boa-vontade, num amplo movimento na defesa da Bíblica, com o propósito do esclarecimento da sua verdade histórica,  desfazendo as armadilhas armadas pelos ímpios, impedindo que prevaleçam os seus ataques  contra as Sagradas Escrituras de judeus e cristãos, transformando-as em relatos inverídicos, fantasiosos, nos quais não se pode crer.

SHALOM

 

Marx Golgher

 

 

A Soberania de Deus prevalece

A incontestável autoridade das Sagradas Escrituras deixou-nos um princípio espiritual de grande valor. A Soberania de Deus prevalece, ainda que homens ou até as forças das trevas trabalhem de modo contrário ao Propósito Divino.

E isso se revela de maneira especial em nossos dias quando testemunhamos os fatos que ocorrem no Oriente Médio. Quem está por trás dos acontecimentos é Deus mesmo, chamando a atenção para o lugar na Terra onde Ele deu início à sua grande história de amor com o ser que Ele criou à Sua imagem e semelhança.

Assim, a Terra Bíblica de Israel tem se tornado motivo de grandes contradições. Porque os que não reconhecem a veracidade bíblica tendem a odiá-la. Mas os que a reconhecem e respeitam não têm como não amá-la e desejar o seu bem.

Mas o que tumultua hoje o mundo é que Deus está atuando em Israel, por meio de Israel e com Israel. Porque “Eretz Israel” (A Terra de Israel) não somente é o eixo em torno do qual giram três continentes, mas também o genuíno ponto central da História da REDENÇÃO DA HUMANIDADE.

Em Israel, Deus centralizou a História da Humanidade, pois Ele estava em Israel, reconciliando o mundo consigo mesmo, através do precioso legado das Sagradas Escrituras. Mas Deus ainda não terminou o Seu Plano. E é por esta razão que a Terra de Israel hoje é um milagre e o foco das atenções. Este é um necessário sinal dos tempos, claramente visível.

Quem vai a Israel hoje testemunha, “in loco”, o cumprimento bíblico das palavras proféticas de Isaías, Jeremias e Ezequiel, dentre outras, que determinaram a restauração física da Nação sob a autoridade dos judeus e sua transformação de terra desértica e árida em pomares e plantações floridas, com o retorno dos judeus dispersos para a Terra de seus ancestrais.

E neste sentido, a Soberania de Deus é tão cabal, que foi exatamente após a Segunda Grande Guerra, com todas as atrocidades nazistas contra os judeus, objetivando exterminá-los de sobre a Terra, que a Nação de Israel renasceu, oficialmente, com a aprovação da Organização das Nações Unidas e toda uma mão Divina estendida para abençoar o Povo sobre o qual Ele colocou o Seu Nome e para fazer cumprir as Suas palavras proféticas.

Estamos presenciando um milagre que podemos chamar de biológico. Enquanto os romanos, árabes, cruzados, turcos, otomanos e ingleses dominavam a terra, esta era pobre, deserta, pantanosa e infestada pela malária.

Mas em 1948 começou a transformação biológica, com o ressurgimento do Estado de Israel. Era Propósito Divino e quem pôde impedir?

Esta unificação do povo com a terra era tão necessária para Deus, que os que voltaram experimentaram uma mudança até “genética”: pessoas receosas, amedrontadas, marcadas pelos guetos e campos de concentração, tornaram-se pioneiros e soldados valentes, decididos e dispostos a reconstruir toda uma Nação a partir dos pântanos e desertos e torná-lo uma Nação de primeiro mundo, com uma tecnologia que o iguala a países como os Estados Unidos e o Japão.

É por esta razão que os que reconhecem e respeitam a Autoridade Bíblica não podem ficar alheios a esta verdade.  Aqueles que servem ao Deus de Israel têm, pois, uma necessidade de apoiar a Terra Bíblica de Israel, porque o propósito de Deus para com Israel é um fato e prevalecerá, porque é bem mais forte do que os seus inimigos, quer se levantem hoje ou no tempo futuro.

As Sagradas Escrituras nos deixaram a instrução de amar e orar por Israel, e a promessa de que obteremos bênçãos com nossa  atitude de obediência a esta convocação, “Orai pela paz em Jerusalém, prosperem aqueles que te amam” (Salmo 122:6);

É necessário que a Igreja Cristã se levante em apoio à Terra Bíblica de Israel, para contribuir com o cumprimento do Grande e Supremo Propósito de Deus, além de defender a pátria do seu Messias, Jesus, que não é palestino, como alguns tentam propagar, mas judeu, da tribo de Judá, da raiz de Davi, israelita, descendente de Abraão, nascido na Terra Bíblica de Israel, terra esta que, apesar de estar na sua época sob o Domínio de Roma, ainda não tinha sido chamada Palestina pelo mundo pagão, o que Deus nunca aprovou, apesar de tê-lo permitido até 1948, quando a devolveu seu Nome Bíblico e dado por Ele mesmo.

E é neste sentido que estamos convocando os líderes da Igreja Evangélica do Brasil a pioneiramente se posicionarem no apoio e participação na ONG Amigos da Terra Bíblica de Israel, cujo objetivo é simplesmente levantar uma consciência, sob a perspectiva Bíblica, da realidade em Israel hoje, levando para a opinião pública o que, infelizmente, a mídia mundial tem omitido.

Para tanto, os idealizadores desta organização sentir-se-ão honrados com a adesão das lideranças evangélicas e suas respectivas congregações.

 

Equipe Organizadora

Pr. Eliener Miranda Tavares (Empresário, Psicanalista Clínico e Consultor em Relações Governamentais)

Pra. Elizabeth Lelis Tavares (Bacharel em Teologia, Pedagogia e Líder do Ministério Profético por Israel)

Rabino Leonardo Alanati (Congregação Israelita Mineira)

Prof. Bernardo Riedel (Empresário, Astrônomo e Professor Universitário)

Dr. Marx  Golgher (Coordenador da Equipe de Relações Públicas da Federação Israelita de MG, Bacharel em Direito, Médico  e  Historiador)

 

Colocamo-nos à inteira disposição para maiores informações:

Tels: (31) 3461-9922 Prof.Bernardo

(31) 3488-7749 Pra. Elizabeth

E-mail: israel@terra biblica.com.br

Site: www.terrabiblica.com.br

 

 

“Por amor de Sião não me calarei e por amor de Jerusalém não me aquietarei; até que saia a sua justiça como um resplendor, a sua salvação como uma tocha acesa”. Isaías 62:1

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