Isto é Israel

Isto é Israel

O nome Israel (ישראל),, que em hebraico significa Aquele que luta com Deus  (ישר-אל; “Ishr-al”) tem sua origem na passagem do Gêneses, primeiro livro da Bíblia (Torá), na qual Jacó luta contra um anjo e recebe deste o nome de Israel. A nação fundada por Jacó é chamada de “Os Filhos de Israel”, ou “Israelitas”. No Brasil, os habitantes do moderno Estado de Israel são denominados “israelenses”.

Segundo as escrituras bíblicas, Israel é a terra prometida por Deus aos hebreus e é o berço da religião e da cultura judaica no século XVII a.C.

 

 

Isto é Israel: Símbolos

 

A Bandeira do Estado de Israel

A bandeira do Estado de Israel é inspirada no desenho do xale de orações judaico (talit), com uma Estrela de David (Maguen David) azul.

 

A Menorah

O emblema oficial do Estado de Israel é um candelabro (menorá), cuja forma teria sua origem na planta de sete galhos moriá, conhecida desde a antigüidade. Os ramos de oliveira dos dois lados representam o anseio de Israel por paz. A menorá de ouro era um dos principais objetos de culto no Templo do Rei Salomão,em Jerusalém. Atravésdos tempos, ela tornou-se um símbolo da herança e tradição judaica, em sem número de lugares e com grande variedade de formas.

 

 

Hatikvá –  Hino Nacional de Israel

Hebraico:

 

כל עוד בלבב פנימה נפש יהודי הומיה, ולפאתי מזרח קדימה עין לציון צופיה –

עוד לא אבדה תקותנו, התקוה בת שנות אלפים, להיות עם חופשי בארצנו ארץ ציון וירושלים

 

Tradução para o português:

Enquanto no fundo do coração

Palpitar uma alma judaica,

E em direção ao Oriente

O olhar voltar-se a Sião,

Nossa esperança ainda não estará perdida,

Esperança de dois mil anos:

De ser um povo livre em nossa terra,

A terra de Sião e Jerusalém.

 

 

Transliterado.

Kol od balevav penimah

Nefesh yehudi homiyah,

Ulfaatei mizrach kadimah

Ayin lezion zofiyah.

Od lo avdah tikvatenu

Hatikvah bat shnot alpayim,

Lehiyot am chofshi bearzeinu,

Erez tzion viyerushalayim.

Lehiyot am chofshi bearzeinu,

Erez tzion viyerushalayim.

 

 

 

Isto é Israel: Forças de Defesa de Israel

A não ser quando em combate, os soldados e as soldadas servem lado a lado em funções técnicas e de comunicações, como especialistas da inteligência, instrutores de combate, cartógrafos, pessoal administrativo e de intendência, operadores de computador, médicos, juristas e outros.

As FDI são responsáveis pelas necessidades culturais e sociais de seus soldados, proporcionando atividades educacionais e recreativas, assim como serviços de assistência pessoal. Recrutas com baixo nível de instrução têm a oportunidade de elevar seu nível educacional, e oficiais de carreiras são estimulados a estudar por conta das FDI durante o período de serviço. A integração dos novos imigrantes é facilitada através do ensino do hebraico e outros programas. Sempre ativas nas missões de construção nacional, desde sua criação, as FDI também proporcionam educação supletiva a populações civis e contribui à absorção dos recém-chegados no seio da populaçãoem geral. Emépocas de crise ou emergência nacional, as FDI respondem imediatamente com ação apropriada e designam pessoal especializado para preencher funções essenciais ou tarefas especiais.

 

Duração do tempo de Serviço nas FDI

Serviço Obrigatório: Todos os homens e mulheres aptos são recrutados na idade de 18 anos. Os homens servem durante três anos, as mulheres, 21 meses. Estudantes qualificados em instituições de educação superior podem receber adiamento. Novos imigrantes podem ser dispensados ou servir por períodos menores, dependendo da idade e do estado civil ao entrar no país.

Serviço de Reserva: Após completar o serviço obrigatório, cada soldado é designado a uma unidade de reserva. Os homens até 51 anos servem até 39 dias por ano, período que pode ser ampliado em épocas de emergência. A política recente tem sido de reduzir o fardo do serviço de reserva sempre que possível, e reservistas que serviram em unidades combatentes podem agora ser dispensados aos 45 anos.

 

Serviço de Carreira: Veteranos do serviço obrigatório que atendam às necessidades correntes das FDI podem prosseguir como oficiais de carreira. O serviço de carreira constitui a espinha dorsal do comando e administração das FDI. Os que se graduaram nas escolas do oficialato, de pilotos ou em escolas técnicas militares especiais devem obrigatoriamente se comprometer a servir durante períodos de carreira.

 

Isto é Israel: Língua

Hebraico – O renascimento de uma língua

Após quase dois mil anos sem ser falado, o hebraico tornou-se novamente uma língua viva e, atualmente, é o idioma oficial do Estado de Israel. Considerado uma língua sagrada, esteve restrito desde o ano 200 da era comum à liturgia, filosofia e literatura.

 

No final do século 19, no entanto, transformou-se em um veículo cultural moderno, vital para o movimento de renascimento nacional que culminou no sionismo político. Por trás deste processo está a participação fundamental de Eliezer Ben-Yehuda, iniciador do movimento pelo ressurgimento da língua hebraica como idioma falado.

 

Tendo imigrado para Eretz Israel – a Terra de Israel – em 1881, tornou-se pioneiro no uso do idioma no lar e na escola. Como parte de sua luta, incentivou a criação de novas palavras, lançou um periódico, em 1884, sendo também co-fundador do Comitê de Língua Hebraica, em 1890. Em 1910, iniciou a compilação do Dicionário Completo do Hebraico Antigo e Moderno, com 17 volumes. O trabalho foi concluído por sua esposa e seu filho, em 1959.

O reconhecimento do hebraico como língua oficial na então Palestina, juntamente com o árabe e o inglês, pela Administração do Mandato Britânico, tornou-se o idioma oficial das instituições judaicas e do seu sistema educacional. As oito mil palavras que compunham o vocabulário hebraico nos tempos bíblicos transformaram-se em 120 mil.

 

O renascimento do hebraico, considerado um fenômeno único na história das nações, foi fundamental no processo de construção da sociedade israelense e no desenvolvimento de sua identidade nacional, considerando-se principalmente o fato de ser um país formado por imigrantes vindos de mais de 80 países que trouxeram consigo a cultura e a língua de seu local de origem. Israel é, hoje, a única nação no mundo cujas crianças cantam e falam na língua dos profetas. Uma nação que fez renascer seu idioma e com ele todo o seu passado, para construir seu futuro.

 

Isto é Israel: Educação

O mundo existe unicamente graças ao sopro das crianças na escola.

(Talmud da Babilônia, Shabat, 119b).

 

A educação em Israel é uma herança preciosa. Mantendo a tradição das gerações passadas, a educação continua sendo um dos valores fundamentais da sociedade israelense e é considerada a chave do futuro. O sistema educacional tem como objetivo preparar as crianças para que se tornem membros responsáveis de uma sociedade pluralista e democrática, na qual coexistem pessoas de diferentes origens étnicas, religiosas e culturais, e de diversas tendências políticas; tem como base os valores judaicos, o amor à terra e os princípios de liberdade e tolerância. Procura oferecer conhecimentos de alto nível, com ênfase nas habilidades científicas e tecnológicas essenciais ao contínuo desenvolvimento do país.

 

Desafios

Quando o Estado de Israel se tornou independente, em 1948, já existia um completo sistema educacional em funcionamento, desenvolvido e mantido pela comunidade judaica que vivia no país no período anterior à independência; o hebraico, que havia sido revivido como linguagem de uso diário no final do século XIX, era o principal idioma de ensino.

Contudo, pouco depois do estabelecimento do estado, o sistema educacional teve que enfrentar o gigantesco desafio de integrar um grande número de crianças imigrantes provenientes de mais de 70 países – algumas que chegaram com suas famílias, outras sozinhas – o que vinha realizar a razão de ser de Israel, pátria histórica do povo judeu. À massa imigratória dos anos 50, proveniente sobretudo da Europa do após-guerra e dos países árabes, seguiu-se um grande fluxo de judeus da África do Norte, nos anos 60. Na década de 70, chegou a primeira grande imigração de judeus da União Soviética, à qual se seguiram intermitentemente pequenos grupos. Desde a dissolução da União Soviética em 1989, bem mais de meio milhão de judeus da Rússia vieram estabelecer-se em Israel, e atualmente chegam

algumas dezenas de milhares cada ano. Em duas ondas massivas, em 1984 e 1991, quase toda a comunidade judaica da Etiópia foi trazida ao país. No correr dos anos, muitos judeus das Américas e de outras partes do mundo livre também vieram viver em Israel.

Além da necessidade de atender à demanda urgente de mais salas de aula e professores, foi preciso desenvolver métodos especiais para ajudar a absorver jovens de diferentes vivências culturais na população escolar. Os programas desenvolvidos para estes fins incluem a preparação de currículos auxiliares especiais e classes de curta duração, onde os alunos imigrantes estudam os assuntos que não aprenderam em seus países de origem, como a língua hebraica ou história judaica. Foram criados cursos especiais de especialização de professores para o trabalho com jovens imigrantes, assim como cursos de reciclagem para professores imigrantes, possibilitando sua integração profissional no sistema educacional.

Ao mesmo tempo, o Ministério da Educação, Cultura e Esporte, em cooperação com as escolas de educação das universidades do país, está em constante processo de alinhar os padrões educacionais com as mais modernas práticas pedagógicas, como a igualdade obrigatória entre os sexos, a elevação do status do professor, a ampliação dos currículos humanistas e a promoção de estudos científicos e tecnológicos. Um aspecto-chave desta política é a promoção de oportunidades educacionais iguais a todas as crianças e o aumento do número de alunos aprovados nos exames finais de conclusão de 2o grau.

A Televisão Educativa (TVE), unidade do Ministério de Educação, Cultura e Esporte, produz e transmite programas educativos para uso em salas de aula e programas educativo-culturais para toda a população. Além disso, a TVE colabora com os especialistas em educação nas universidades e escolas de formação de professores, no desenvolvimento de novos métodos de ensino. Dedicada a proporcionar ‘aprendizagem contínua’, a TVE destina sua programação a todas as faixas etárias, através de programas de enriquecimento para pré-escolares, programas de entretenimento leve para jovens, cursos educacionais para adultos e noticiosos para todos. A TVE vai ao ar em dois canais, seis dias por semana, num total de cerca de dez horas diárias.

 

O Sistema Escolar

A freqüência escolar é obrigatória dos 6 aos 16 anos e gratuita até os 18 anos. A educação formal se inicia na escola primária (1a à 6a série) e prossegue no nível intermediário (7a à 9a série) e secundário (10a à 12a série). Cerca de 9% da população escolar entre 13 e 18 anos estuda em regime de internato.

 

A natureza pluralista da sociedade israelense está bem representada na estrutura do sistema educacional. As escolas são divididas em quatro grupos: escolas públicas, freqüentadas pela maioria das crianças do país; escolas públicas religiosas, que dão ênfase aos estudos judaicos, à tradição e à observância religiosa; escolas árabes e drusas, onde a língua de ensino é o árabe e que focalizam a história, a religião e a cultura árabe e drusa; e escolas particulares, sob os auspícios de vários grupos religiosos e internacionais.

Nos últimos anos, com a crescente preocupação dos pais no que concerne à orientação da educação de seus filhos, foram fundadas novas escolas, que refletem a filosofia e as crenças de grupos específicos de pais e educadores.

 

O Currículo

A maior parte da carga horária diária é dedicada aos programas letivos obrigatórios. Embora as matérias lecionadas sejam uniformes em todo o sistema, as escolas têm liberdade de opção dentre uma ampla seleção de unidades de estudo e de materiais de ensino, propostos pelo Ministério da Educação, para adaptá-los às características de seu corpo docente e discente. A fim de aprofundar a compreensão dos alunos da sociedade em que vivem, um tópico especial de importância nacional é estudado em profundidade cada ano. Entre os temas já abordados citam-se os valores democráticos, a língua hebraica, a imigração, Jerusalém, a paz e a indústria.

 

Administração e estrutura

O Ministério da Educação é responsável pelos currículos escolares, pelos padrões educacionais, pela supervisão do corpo docente e pela construção de prédios escolares. As autoridades locais são encarregadas da manutenção das escolas, e da aquisição de equipamento e material. Os professores dos jardins de infância e escolas primárias são empregados do Ministério, e os das escolas intermediárias e secundárias são empregados das autoridades locais; estas recebem para este fim verbas do Ministério, de acordo com o tamanho de sua população escolar. O governo subvenciona 72% da despesa em educação; o restante é financiado pelas autoridades locais e outras fontes.

 

A Educação dos Excepcionais

Crianças super-dotadas, que se classificam entre os primeiros 3% de suas turmas e foram aprovadas em testes especiais, participam de programas de enriquecimento, que variam desde escolas especiais de tempo integral a cursos extra-curriculares. Uma classe de super-dotados se caracteriza pelo nível dos alunos e pelos assuntos estudados, com ênfase não somente na aquisição e compreensão dos conhecimentos, mas também na aplicação dos conceitos aprendidos em outras disciplinas. As crianças participantes destes programas aprendem a pesquisar e trabalham de forma independente com novos materiais.

Crianças com deficiências físicas, mentais ou problemas de aprendizagem são encaminhadas a classes ou estabelecimentos apropriados, de acordo com a natureza de sua deficiência, para serem ajudadas a alcançar o máximo possível de integração social e vocacional à vida comunitária. Assim, algumas são atendidas em instituições especiais, enquanto que outras freqüentam classes especiais nas escolas comuns, ou estudam em turmas regulares, recebendo assistência suplementar. A responsabilidade por seu bem-estar é compartilhada por profissionais da área de saúde, psicólogos, assistentes sociais e professores especializados em educação especial, assim como pela família e vários serviços comunitários. Uma comissão constituída por lei, nomeada pelo Ministro da Educação, determina a qualificação das crianças deficientes aos programas e instituições de educação especial, que são gratuitos dos 3 aos 21 anos.

 

Isto é Israel: Feriados

 

Feriados
Data Nome em português Nome local Datas possíveis no Calendário Gregoriano
1 de Tishrei Ano Novo Rosh Hashaná Entre 6 de Set & 5 de Out.
10 de Tishrei Dia do Perdão Iom Kipur Entre 15 de Set & 14 de Out.
15 de Tishrei Festa das cabanas Sucot Entre 20 de Set & 19 de Out.
22 de Tishrei Reunião do Oitavo Dia Shemini Atzeret Entre 27 de Set & 26 de Out.
25 de Kislev Festival das Luzes (Primeiro dia) Hanuká Entre 27 de Nov. & 26 de Dez.
14 de Adar (15 em alguns lugares) Carnaval e lembrança da vitória de Ester Purim Entre 25 de Fev. & 26 de Mar.
15 de Nissan Páscoa (Primeiro dia) Pessach Entre 27 de Mar. & 25 de Abr.
21 de Nissan Páscoa (Sétimo e último dia) Pessach Entre 2 de Abr. & 1 de Maio
27 de Nissan Dia de lembrança do Holocausto Yom HaShoah Entre 8 de Abr. & 7 de Maio.
4 de Iar Dia de lembrança dos soldados caídos Yom HaZikaron Entre 15 de Abr. & 14 de Maio.
5 de Iar Dia da Independência Yom Ha’atzma’ut Entre 16 de Abr. & 15 de Maio.
6 de Sivan Pentecoste Shavuot Entre 16 de Maio & 14 de Junho.

 

 

 

Isto é Israel: Economia

 

“O que lavra sua terra se fartará de pão…”  (Provérbios 12:11)

Israel obteve o maior índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de todo o mundo ocidental (OCDE) na década de 90: uma média de 5,6% entre 1990 e 1993, e 6,8% em 1994-95. Atualmente com um PIB per capita de mais de 16.000 dólares, Israel é o 210 entre 200 países do mundo. Embora seja um pequeno país, com uma população de mais de 5,5 milhões de habitantes, Israel ocupa uma posição respeitável no cenário mundial por sua capacidade de produção e exportação em vários setores agrícolas e industriais. Acordos de Livre Comércio com a Europa (UE e AELC) e com os Estados Unidos facilitam as exportações, que atingem os 18 bilhões de dólares e a participação de Israel em empreendimentos internacionais, o que contribui para seu crescimento acelerado desde 1990.

 

O SHEKEL

O shekel, a unidade monetária de Israel, (cujo valor era 0,33 dólar em 1995), era conhecido como unidade de peso para pagamentos em ouro e prata já no segundo milênio a.E.C.. A Bíblia relata que Abraão negociou a aquisição de um campo e “a caverna … que tem no extremo do seu campo”, em Machpelá (próximo a Hebron), dizendo: “darei o preço do campo; toma-o de mim, e sepultarei ali a minha morta.” Efron, o proprietário da terra, respondeu: “um terreno que vale quatrocentos shekels (siclos) de prata … e Abraão pesou-lhe a prata … quatrocentos shekels de prata, corrente entre os mercadores”. (Gênesis 23: 13, 15-16).

 

Desafios

Quatro Desafios

A mais notável conquista econômica de Israel é o fato de ter atingido uma alta taxa de desenvolvimento, embora enfrentando concomitantemente vários desafios, sumamente importantes mas de altíssimo preço:

1-A manutenção da segurança nacional:

Israel gasta atualmente em defesa cerca de 10% (nos anos 70 era mais de 25%) de seu PIB. Mesmo numa era de paz, Israel deve manter uma forte capacidade de dissuasão.

2- A absorção de grandes números de imigrantes:

A “reunião dos exilados” é a razão de ser do estado judeu. Desde seus primórdios, Israel absorveu mais de 2,5 milhões de imigrantes, ou seja, quase quatro vezes o número de judeus que viviam no país quando este se tornou independente, em 1948. Somente nos primeiros quatro anos, a população de Israel mais do que dobrou, com a chegada de 700.000 imigrantes, a maioria dos quais refugiados, tanto da Europa do pós-guerra quanto de países árabes. Na década dos 90, uma nova onda de imigrantes (cerca de 600.000, sobretudo da antiga União Soviética) acelerou o crescimento do PIB, embora tenha aumentado temporariamente o desemprego que atingiu os 11,2% em 1992, mas desceu para 6,3% em 1995.

3-O estabelecimento de uma infra-estrutura econômica moderna:

Embora em 1948 já existisse uma rede básica de estradas, transportes e instalações portuárias, além de sistemas de água, eletricidade e comunicações, eles não atendiam às necessidades de uma economia moderna, e enormes gastos tiveram de ser aplicados em seu desenvolvimento e expansão.

4-O fornecimento de serviços públicos de alto nível:

Israel é responsável pelo bem-estar de sua população, preocupando-se especialmente com os setores menos favorecidos da sociedade. Assim, uma grande porcentagem de seus recursos sempre foi usada para atender a este compromisso.
‘Um Milagre Econômico’

Durante os primeiros 25 anos, a economia alcançou a notável taxa de crescimento médio anual do PNB de cerca de 10%, ao mesmo tempo em que o país absorvia várias levas de imigração em massa, construía uma economia moderna, lutava em quatro guerras, e cuidava da segurança nacional. Este “milagre econômico” é largamente creditado à eficiente aplicação da ajuda econômica recebida ao longo dos anos, o que permitiu um massivo investimento de capital em meios de produção, ao sucesso do país na rápida absorção dos imigrantes e seu respectivo envolvimento nos setores produtivos. Entre 1973 e1979, ataxa de crescimento diminuiu (conforme aconteceu na maioria dos países industrializados, em parte por causa das crises do petróleo de 1973/4 e 1979/80) para uma média anual de 3,8% e, na década de 80, declinou para 3,1%. Desde1990, amédia tem sido de 6%. Em 1995 o PIB total foi de quase 90 bilhões de dólares, (16.260 dólares per capita), um crescimento real de 24 vezes em relação a 1950.

 

O Controle da Inflação

A economia sempre sofreu com o problema do aumento dos preços, mas um sistema articulado permite que os indivíduos praticamente não sofram suas conseqüências. Todas as obrigações financeiras, como salários, aluguéis, poupanças, seguros de vida, tarifas do imposto de renda, etc… Foram indexadas a um valor mais estável (como a taxa de câmbio exterior ou o índice de preços ao consumidor), diminuindo os efeitos da inflação. Assim, fosse a taxa anual de inflação de um dígito (meados dos anos 50 até o final dos anos 60), dois dígitos (década dos 70) ou três dígitos (começo da década de 80), os israelenses ainda conseguiam aumentar seu padrão de vida. Obviamente, a economia em geral sofria dos efeitos da inflação (por exemplo, com a diminuição dos investimentos) – em grande parte porque a indexação a alimentava – até que a situação explodiu em meados da década de 80.

No verão de 1985, após a inflação ter subido de 191% em1983 a445% em 1984, ameaçando alcançar quatro dígitos em 1985, o governo implementou um programa radical de emergência visando a estabilização. A taxa de inflação caiu para 185% em 1985, oscilou entre 16 e 20% entre 1986 e 1991, e baixou a 8% em 1995.

 

Salários

Os salários são determinados através de negociações entre o governo (o maior empregador do país, cuja escala de salários tem forte repercussão em todos os segmentos da economia), a Histadrut (a Nova Federação Geral dos Trabalhadores) e a organização dos empregadores das classes produtoras. Os acordos alcançados constituem a base das escalas de salário para os diferentes setores da economia e, com mudanças ocasionais de detalhes, também determinam o pagamento automático de correção monetária como compensação pelo aumento do custo de vida. Assim, a situação salarial é bastante inflexível, especialmente na faixa salarial mais baixa. Ondas de desemprego em Israel não reduzem significativamente os salários; em tempos de escassez de mão-de-obra, porém, os salários aumentam com maior elasticidade nos setores onde a demanda por trabalhadores é mais aguda. Em 1995, o salário médio mensal era de 4.614 shekels (cerca de 1.530 dólares).

As condições de trabalho nos vários setores econômicos do país são estabelecidas por acordos trabalhistas negociados entre empregadores e empregados. Requisitos mínimos, no entanto, são estabelecidos por lei, e incluem um máximo de 47 horas de trabalho por semana, salário mínimo, remuneração por horas-extras, indenização por dispensa do trabalho, pagamento de férias e de licença por motivo de doença.

Fonte: Embaixada Israel – Brasil.  Wikipédia. Aurelio.Arquivos pessoais.

 

Al-Qaeda avisa: quer converter o Ocidente

Adam Yahie Gadahn, um americano envolvido com a rede Al-Qaeda, pediu dia 2 de setembro em um vídeo que os cristãos, especialmente nos EUA, se convertam ao islamismo e abandonem sua vida “desencaminhada”. Do contrário “sofrerão as conseqüências”, advertiu Gadahn, que se converteu ao Islã e é procurado pelo FBI. Na fita, colocada na internet, ele aparece ao lado do egípcio Ayman al-Zawahiri, principal assessor do saudita Osama bin Laden. Zawahiri apresenta Gadahn, que convida até o presidente Bush a aderir ao islamismo.

Segundo o FBI, Gadahn, de 28 anos, nasceu na Califórnia e treinou em campos da Al-Qaeda no Paquistão. O vídeo foi divulgado faltando apenas nove dias para o quinto aniversário dos atentados de 11 de Setembro.

 

O verdadeiro motivo dos conflitos dos mulçumanos contra Israel é destruir a maior riqueza que recebemos das mãos de Deus através do Povo Judeu: a Bíblia Sagrada. E como não podem acabar com a Bíblia, tentam destruir o povo da Bíblia, depois os cristãos e assim por diante até o dia em o mundo possa ter apenas ALÁ como Deus e Maomé como o mediador.

Não podemos adormecer diante dos fatos. Um dos espiões de Osama  Bin Laden pouco antes do dia 11 de setembro declarou ao FBI que não existe “ACORDO DE PAZ” que a única solução  é: que exista apenas uma religião mundial: o ISLAMISMO! Minha ficha custou a cair! Pude então entender os verdadeiros objetivos dos terroristas, após ouvir mais uma declaração, que qualquer um que não for fiel a Alá é considerado infiel e todo infiel deve morrer.

Aproveito para indicar aos leitores da Revista Cristã que leiam o Livro “O Islã e os Judeus da editora Dynamus (www.dynamus.com.br) escrito por um ex-mulçumano que trocou de nome para sobreviver após ter aceitado a Jesus como Senhor. Neste livro você vai entender mais a fundo os motivos dos conflitos narrados pelo Dr. Mark A. Gabriel com muita sabedoria, pois, aos 12 anos de idade ela já sabia o Alcorão de cor.

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